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Mundo

Depois das sanções, Coreia do Norte vai acelerar programa nuclear

media Kim Jong-un em uma imagem transmitida pela TV japonesa. REUTERS/Toru Hanai

A Coreia do Norte prometeu acelerar seus programas militares em represália às sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU, depois do sexto teste nuclear realizado pelo país, no início de setembro.

A Coreia do Norte "redobrará esforços para incrementar seu poderio e proteger a soberania nacional e o direito a existir", diz um comunicado oficial divulgado pela agência oficial KCNA, nesta quarta-feira (13). O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta segunda-feira (11), por unanimidade, novas sanções que proíbem as exportações têxteis da Coreia do Norte e restringem seu abastecimento em petróleo e gás.

Para os norte-coreanos, “as ações restringem a Coreia do Norte de seu legítimo direito à autodefesa e sufocam o Estado e seu povo.” A ONU aprovou, nesta segunda-feira (12), uma resolução que veta as exportações norte-coreanas de carvão, ferro e mariscos, depois do lançamento, em meados de agosto, de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão.

Teste nuclear

Depois de testar dois mísseis intercontinentais em julho, a Coreia do Norte realizou, em 3 de setembro, seu sexto teste nuclear, o mais importante até o momento. Pyongyang afirmou que usou uma bomba H suficientemente pequena para ser instalada em um míssil.

O teste foi realizado na semana passada e segundo Pyongyang trata-se de uma bomba de hidrogênio capaz de ser transportada por uma ogiva de míssil. A Coreia do Sul estimou a potência do último teste em 50 quilotons e o Japão, em 160 quilotons.

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