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Mundo

Pressionada pelos EUA, ONU prepara novo pacote de sanções contra Coreia do Norte

media Reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nova York, nesta segunda-feira, 4 de setembro de 2017, após testes nucleares da Coreia do Norte. REUTERS/Joe Penney

Os Estados Unidos e seus aliados europeus e japoneses anunciaram que negociam uma série de sanções das Nações Unidas contra a Coreia do Norte, embora a posição de Pequim e Moscou, ambos com direito de veto, seja incerta. Essas novas medidas devem ser submetidas no dia 11 de setembro ao voto do Conselho de Segurança das ONU, que se reuniu em Nova York nesta segunda-feira (4) para discutir o tema.

A embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, informou que o pacote de medidas será submetido ao Conselho de Segurança na próxima segunda-feira, mas não explicou que tipo de sanções Washington propôs. Porém, diplomatas envolvidos nas discussões disseram que poderiam ser medidas contra os insumos petrolíferos da Coreia do Norte, o turismo e as receitas em divisas de trabalhadores enviados ao exterior, principalmente para Rússia e China.

As Nações Unidas já adotaram sete séries de sanções, progressivamente severas, contra o regime de Pyongyang, desde que os norte-coreanos realizaram seu primeiro teste nuclear, em 2006. As medidas focavam o embargo de armas, o bloqueio de ativos e proibição de importar carvão. A mais recente leva de restrições, que teve início em agosto de 2017, privou o país asiático de US$ 1 bilhão em lucros provenientes de suas exportações de ferro, carvão e pescados.

Especialistas e diplomatas concordam que as sanções têm um impacto limitado e são apenas um dos recursos disponíveis contra a Coreia do Norte. Além disso, segundo um relatório da ONU que deve ser divulgado em breve, Pyongyang é cada vez mais capaz de driblar as sanções impostas.

De acordo com diplomatas que tiveram acesso ao documento, seus meios são muito variados. Há desde a utilização de países terceiros ou empresas de fachada, até a troca frequente das licenças de navios cargueiros, passando por falsas declarações de cargas.

Além das sanções internacionais adotadas pela ONU, os Estados Unidos, a União Europeia e o Japão decidiram adotar várias sanções unilaterais.

(Com informações da AFP)

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