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Apesar de guerra, Brasil participa de Feira de Damasco, relata diplomata Bruno Razente

Apesar de guerra, Brasil participa de Feira de Damasco, relata diplomata Bruno Razente
 
Diplomata Bruno Razente fala sobre a participação do Brasil na Feira de Damasco. Arquivo pessoal

O Brasil participa da 59ª Feira Internacional de Damasco, na Síria, que vai de 17 a 26 de agosto. O evento, que acontecia todos os anos, sofreu uma interrupção de cinco anos por causa da guerra no país. No último domingo (20), a explosão de uma bomba no local da feira matou seis pessoas e deixou outras 12 feridas.

“A queda do morteiro assustou, mas a feira prossegue”, conta o diplomata Bruno Razente, chefe do setor comercial e consular da embaixada do Brasil em Damasco, hoje baseada em Beirute, no Líbano, por causa do conflito na Síria. “De certa forma, tristemente, a queda de morteiros em Damasco pode ser um fato corriqueiro e as pessoas já se acostumaram”.

“A explosão aconteceu no começo da tarde, enquanto a feira ainda estava fechada. Morreram apenas trabalhadores e expositores”, relata o diplomata. “O esquema de segurança em Damasco é muito forte, principalmente com check points para carros-bomba ou pessoas suspeitas. Mas não é possível controlar morteiros”, diz Razente. “A abertura na quinta foi um sucesso, espero que continue”, acrescentou.

A exposição reúne empresários regionais e estrangeiros de mais de 20 países. São duas as empresas brasileiras participantes do evento, ambas do setor farmacêutico: a União Química e a EMF. Segundo Razente, há oportunidades para muitas outras áreas e ele estimula as iniciativas do Brasil que queiram investir na Síria.

Oportunidades à vista

“A Síria agora tem carência em quase todos os setores e muita gente está de olho nas oportunidades que vão haver com a reconstrução, que é estimada num montante de US$ 180 bilhões, então estão tentando atrair todo tipo de empresa e de investimento estrangeiro”, avalia o diplomata.

Segundo ele, a participação do Brasil nesta primeira feira depois de cinco anos é importante para mostrar que os laços de amizade que existem com a Síria se mantêm. Razente conta que os sírios estão interessados em equipamentos, em máquinas, em produtos de maior valor agregado, especialmente em tecnologia agrícola. “Se o empresário brasileiro acreditar, pode vir e a gente vai tentar facilitar a parceria”, acrescentou.

O chefe do setor comercial da embaixada do Brasil em Damasco falou que o pico da relação bilateral entre Brasil e Síria foi em 2010 e depois caiu bastante, reduzindo-se à exportação de commodities, como café e açúcar.


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