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Mundo

Palestinos realizam "dia de cólera" contra detectores de metal em Jerusalém

media Detectores de metal foram instalados na Esplanada das Mesquitas REUTERS/Ronen Zvulun

A tensão segue alta em Jerusalém, depois das medidas de segurança impostas por Israel depois do ataque da sexta-feira (14), no qual três árabes israelenses mataram a tiros dois policiais na Esplanada das Mesquitas.

Guilhem Delteil, correspondente da RFI em Jerusalém

Desde então o governo israelense instalou detectores de metal na entrada do lugar sagrado, provocando a ira dos fiéis muçulmanos e confrontos na terça-feira (18) na parte antiga da cidade. Catorze pessoas ficaram feridas, segundo a Cruz Vermelha palestina.

O partido Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, convocou os palestinos a se manifestar nesta quarta-feira (19) no chamado "dia de cólera". Mas, na prática, os protestos começaram na segunda-feira (17) nas ruas da cidade.

Frente à possibilidade de aumento das tensões, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente palestino, Mahmmud Abbas, conversaram por telefone.

Netanyahu fez um apelo à calma

O presidente Abbas condenou o incidente e manifestou "sua rejeição a todo ato de violência, venha de onde vier, especialmente em lugares de culto", afirmou a agência Wafa, acrescentando que "Netanyahu fez um apelo à calma".

Esse foi o primeiro ataque com arma de fogo em muitos anos na parte antiga da cidade. Os últimos 20 meses têm sido marcados, porém, por uma série de ataques com facas.

Nesse contexto, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, alertou para o risco de um aumento da violência. Ele condenou o ataque e pediu "todas as partes a agir de maneira responsável para evitar uma escalada".

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