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Mundo

França vai tentar mediar crise entre Catar e vizinhos do Golfo

media Presidente Emmanuel Macron vai tentar mediar o conflito entre os países do Golfo REUTERS/Philippe Wojazer

O presidente francês, Emmanuel Macron, vai receber o emir do Catar e o príncipe herdeiro de Abu Dhabi para tratar da crise no Golfo. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (14) pelo Palácio do Eliseu.

Até o fim deste mês de junho, o presidente francês, Emmanuel Macron, vai recebero emir do Catar, Tamim Ben Hamad Al-Thani, e o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, xeque Mohamed bin Zayed Al Nahyan, para tratar da crise no Golfo. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (14) pelo Palácio do Eliseu.

Os encontros acontecerão em separado, em Paris, no âmbito dos esforços do governo francês para conseguir uma desescalada da tensão na região, onde o Catar foi acusado pelos vizinhos de apoiar "o terrorismo".

Crise inquieta Nações Unidas

A crise preocupa a ONU e o xeque Sabah Al Jaled Al Sabah, do Kuwait, também ofereceu ajuda. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, apoia a mediação do Kuwait na crise. Ele telefonou ao xeque Sabah Al Jaled Al Sabah, que é vice-primeiro-ministro, "para expressar seu apoio aos esforços do Kuwait para reduzir as tensões e promover um diálogo eficaz". Para o Kuwait, "é imprescindível resolver o conflito no Golfo" e "pelo diálogo entre irmãos".

Rompimento de relações diplomáticas

Além de romper relações diplomáticas, Arábia Saudita, Emiratos Árabes Unidos e Bahrein fecharam suas fronteiras terrestres e marítimas com o Catar e impuseram severas restrições aéreas. Esses países acusam o Catar de apoiar "organizações extremistas" e de se aproximar do Irã, grande rival xiita do reino sunita saudita.Riad, Abu Dhabi e Manama ordenaram que os cidadãos do Catar deixem seus países em um prazo de 14 dias.

Em Genebra, o alto comissário para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein, advertiu que essa decisão poderia "perturbar seriamente a vida de milhares de mulheres, crianças e homens, simplesmente por pertencer a uma das nacionalidades envolvidas na disputa.

A Fifa espera que a crise se resolva e não afete a Copa do Mundo de 2022, prevista no país.

Impacto econômico

A crise do Golfo não deverá ter impacto a curto prazo nos preços dos hidrocarbonetos, que podem subir caso a situação se estenda, perturbando as entregas de gás natural liquefeito (GNL) do Catar, estimam os analistas.

Os preços do petróleo subiram um pouco quando Arábia Saudita e seus aliados romperam relações diplomáticas com Doha no dia 5 de junho, mas logo voltaram a cair para ficar ao redor dos US$ 48 dólares o barril.

O Catar bombeia 600.000 barris por dia e representa apenas de 2% a 3% do fornecimento mundial. Seu impacto é marginal no preço do petróleo em um mercado saturado. No entanto, o pequeno emirado é um ator mais relevante no abastecimento de GNL. Com um terço do abastecimento, principalmente na Ásia e na Europa, é o maior exportador mundial.

 

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