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Após turnê com pop star chinês, brasileiro Leo Susi lança CD em homenagem a Gil

Após turnê com pop star chinês, brasileiro Leo Susi lança CD em homenagem a Gil
 
O percusionista brasileiro Leo Susi. Arquivo Pessoal

Há quase quinze anos vivendo em Xangai, o músico brasileiro Leonardo Susi se diz hoje um profissional mais completo depois de sua passagem pela China. O percusionista, que lançará em breve um CD em homenagem a Gilberto Gil, gravado com a Orquestra Sinfônica de Xangai, se apresentou no final do ano passado no recém-inaugurado Blue Note de Pequim, com o grupo Balaio, que fundou em 2008, com outros quatro brasileiros.

Vivian Oswald, correspondente da RFI na China

Cada um dos integrantes da banda vive em um continente diferente, mas eles se reúnem uma vez por ano para percorrer o mundo. No segundo semestre, o grupo deve voltar ao palco da casa na capital chinesa tendo mais uma vez como convidado especial o trompetista americano Randy Brecker.

Nascido em Brotas, no interior de São Paulo, Susi desembarcou em Xangai em 2003. Veio para trabalhar por quase dois anos no bar Copacabana, onde tocava das quatro da tarde até meia noite num regime a que poucos músicos jovens se submeteriam. Dali, tocou no Latina, um restaurante brasileiro que existe até hoje na cidade, e tem até filial em Pequim, para depois se lançar como músico independente.

Músico versátil

A versatilidade de Susi é tal que, neste momento, o jazzista está em turnê com um pop star chinês. Em agosto, sai pelo mundo com o Balaio. Apresentam-se pela China, Europa e América do Sul. Susi também toca na versão chinesa do "The Voice" e em um dos programas de música mais famosos da China e arredores, o "Cante a minha música". Algo entre o show de calouros e o festival da canção, nos moldes do que houve do Brasil. É dali que saem os grandes talentos chineses, pessoas vindas de todas as partes do país e de vizinhos que também falam mandarim.

Susi aprendeu a gostar da China e a entender os hábitos locais. Confirmou as famas de que chinês dorme em qualquer lugar, quando descobriu que a falha no som durante um show aconteceu porque o produtor local dormiu sobre o equipamento. Mas durante todos esses anos fez muitos amigos e aprendeu uma das palavras mais importantes para quem quer ser bem-sucedido no país: guanxi, a rede de contatos profissional.

Desde que se mudou para a China, Susi aprendeu inglês e chinês. Com a agenda repleta, o músico se desdobra entre os seus vários papéis. Pela manhã cuida da carreira e responde a emails; à tarde, ensaia para tocar à noite, quando volta para casa e cuida da família. Tem uma filha de três anos do segundo casamento. No final deste ano, Susi pensa em mudar a sua base. Deve voltar para o interior de São Paulo, onde continuará com a carreira internacional.


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