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Mundo

Equipe de campanha de Trump teria conversado pelo menos 18 vezes com russos

media O presidente dos EUA Donald Trump, o ex-assessor de segurança Michael Flynn e o diretor afastado do FBI, James Comey REUTERS/Jim Lo Scalzo/Pool, Carlos Barria, Gary Cameron

O ex-assessor de segurança Michael Flynn e outros conselheiros da campanha do presidente Donald Trump teriam entrado em contato com responsáveis próximos do governo russo pelo menos 18 vezes entre abril e novembro de 2016. A informação foi revelada por quatro membros da Casa Branca próximos da investigação que dificulta a situação política do chefe de Estado americano.

As conversas entre Flynn, que pediu demissão em fevereiro, e o embaixador russo em Washington, Sergueï Kislyak, ocorreram principalmente por telefone. Os documentos trazem a análise de 12 ligações telefônicas, cartas ou SMS trocados entre a equipe de Trump e responsáveis russos. Os nomes ligados ao presidente russo, Vladimir Putin, foram omitidos nos relatórios dos serviços secretos, por razões jurídicas.

Os contatos entre os dois se tornaram mais frequentes depois da vitória de Trump, em 8 de novembro. Segundo as duas fontes governamentais, Flynn e Kislyak buscavam estabelecer um canal de comunicação secreto entre o presidente americano e Putin.

Isso porque a administração da Segurança Nacional americana era contrária a uma aproximação entre os EUA e a Rússia. Inicialmente, a Casa Branca desmentiu a existência de conversas com os responsáveis russos durante a campanha de 2016. Mas acabou voltando atrás e confirmando quatro encontros ocorridos entre o embaixador e os conselheiros de Trump durante a campanha.

Análise não detectou infração

A análise do conteúdo dessas discussões não permitiu, por enquanto, estabelecer a infração que teria sido cometida pelo presidente. Um relatório do serviço de Inteligência americano divulgado em janeiro concluiu que a Rússia tentou influenciar as eleições americanas e favorecer Donald Trump, em detrimento da candidata democrata, Hillary Clinton, contrária a uma relação mais estreita com os russos.

Membros da comissão da Câmara de Representantes e do Senado foram até a sede da CIA e da NSA, a agência de informação americana, para consultar as transcrições e outros documentos sobre os contatos. O Departamento de Justiça americano anunciou nesta quarta-feira (17) a nomeação do ex-diretor do FBI, Robert Mueller, como procurador especial para investigar uma eventual associação entre Moscou e a campanha de Trump.

 

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