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Mundo

Prefeito conservador de Teerã desiste de concorrer à presidência

media O prefeito de Teerã, Mohamed Bagher Ghalibaf (à direita), ao lado do diplomata Said Jalili. REUTERS/Osman Orsal - BEHROUZ MEHRI / AFP

O prefeito conservador de Teerã, Mohamed Bagher Ghalibaf, se retirou nesta segunda-feira (15) da disputa para a eleição presidencial de 19 de maio e pediu votos para o religioso Ebrahim Raisi, principal rival do atual presidente Hassan Rohani.

"O mais importante neste momento é preservar os interesses do povo, do país e da revolução, assim como a unidade das forças revolucionárias", afirma Ghalibaf em um comunicado publicado pela imprensa iraniana. "Peço a todos os meus partidários que apoiem meu irmão, Ebrahim Raisi", acrescenta. "Espero que esta decisão seja o começo de uma evolução econômica em benefício dos deserdados e dos necessitados", completou.

Com a retirada de Ghalibaf, dois candidatos conservadores permanecem na disputa contra o presidente moderado Rohani: Ebrahim Raisi e Mostafah Mirsalim, este último praticamente desconhecido pelos eleitores. Es-Hagh Jahanguiri, candidato reformista e primeiro vice-presidente do Irã, também pode anunciar a retirada de seu nome e pedir votos para o atual presidente. Outro candidato reformista, Mostafah Hashemitaba, já pediu votos para Rohani.

Duelo entre moderado e conservador

Após os anúncios, a eleição presidencial de sexta-feira (19) será essencialmente um duelo entre Rohani e Raisi. Desde o início da campanha, Raisi e o prefeito de Teerã defenderam o mesmo programa de ajuda aos iranianos de baixa renda, a criação de um milhão de vagas para reduzir o desemprego, que chegou a 12,5% da população, além de apoio à produção nacional e uma política de combate ao contrabando.

Aos 56 anos, Raisi é uma figura em ascensão entre os conservadores e um puro produto do sistema. Ele é próximo do Guia Supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Em 2016, Khamenei nomeou Raisi para a direção da influente fundação de caridade Astan Qods Razavi. Durante mais de vinte anos, o candidato trabalhou no sistema judiciário, atualmente controlado pelos religiosos conservadores. A principal crítica dos adversários a Raisi é a suposta falta de experiência política para dirigir o país. 

Segundo o vice-ministro do Interior encarregado de organizar as eleições, Ali Asghar Ahmadi, 57% dos iranianos afirmam que irão votar. Em 2013, a participação foi de 72%. Naquele ano, Rohani foi eleito com 50,7% desde o primeiro turno.

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