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Mundo

Repressão na Turquia: 57 pessoas são presas em Istambul

media O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, durante coletiva no aeroporto internacional de Esenboga, em Ancara, Turquia, em 12 de maio de 2017. Presidential Palace/Handout via REUTERS

A polícia turca anunciou a prisão nesta sexta-feira (12) de 57 pessoas suspeitas de participação na tentativa frustrada de golpe de Estado de julho do ano passado, em uma operação contra a Bolsa de Istambul.

Depois da imprensa, do sistema judiciário, da polícia e das universidades, a repressão na Turquia chegou à Bolsa de Valores: 57 turcos foram presos sob suspeita de relação com a tentativa de golpe militar, em julho de 2016.

Desta vez, a operação visou empregados da Bolsa de Valores de Istambul. Ancara alega que os detidos têm ligação com Fetula Gulen, opositor do governo do presidente Recep Tayyip Erdogan, e apontado pelo governo turco de ser o mentor da insurgência. Exilado nos Estados Unidos, Gulen nega as acusações.

As detenções aconteceram em seis províncias turcas, de acordo com a agência de notícias pública Anadolu, segundo a qual a justiça emitiu mais de 100 pedidos de captura. As operações prosseguiram durante a manhã desta sexta-feira (12), ainda segundo a agência.

As autoridades consideram que os detidos estão supostamente vinculados à rede do pregador Fethullah Gülen, a quem Ancara atribui a tentativa de golpe de 15 de julho de 2016. Exilado nos Estados Unidos, Gülen nega as acusações.

Acusações do governo turco

O site do jornal Habertürk informa que as pessoas detidas nesta sexta-feira (12) são ex-funcionários da Bolsa de Istambul, suspeitas de utilizar um aplicativo de mensagens codificadas, Bylock, que, segundo as autoridades turcas, era o sistema de comunicação usado pelos golpistas. Eles também são acusados de terem realizado transações em benefício de um banco acusado de ter ligação com Gulen.

Desde julho do ano passado, mais de 47 mil pessoas, entre policiais, juízes e professores foram presos na Turquia, em uma forte operação de repressão no país, depois da tentativa de golpe militar.

Vários países europeus e diversas ONGs criticaram as medidas, denunciando uma repressão contra os círculos pró-curdos e os meios de comunicação críticos ao governo. O governo afirma que o expurgo era necessário para suprimir os elementos rebeldes das instituições.

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