Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/08 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/08 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 18/08 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

China pede calma a Trump para evitar conflito com Coreia do Norte

media O líder norte-coreano Kim Jong Un em Pyongyang KCNA/via Reuters

A China pediu calma nesta quarta-feira (12) ao presidente Donald Trump para evitar um conflito com a Coreia do Norte, depois das novas ameaças do presidente americano de "resolver sozinho o problema". Pyongyang afirmou estar preparado para a "guerra".

O presidente chinês, Xi Jinping, defendeu nesta quarta-feira (12) uma solução pacífica para a crise sobre o programa nuclear e balístico da Coreia do Norte, em uma conversa por telefone com seu colega americano, Donald Trump.

Trump declarou nesta terça-feira (11) que está decidido a resolver a questão norte-coreana "com ou sem a ajuda da China". Xi, que se reuniu na semana passada com Trump na Flórida, insistiu na conversa telefônica na necessidade de "manter a paz e a estabilidade" na península coreana.

O presidente chinês disse que está disposto a "manter a comunicação e a coordenação" com os Estados Unidos. "A Coreia do Norte busca problemas. Se a China decidir ajudar, isso será genial. Se não, resolveremos o problema sem eles!", escreveu Trump no Twitter.

Washington anunciou no fim de semana o envio do porta-aviões 'USS Carl Vinson' para a península da Coreia. A decisão, anunciada imediatamente depois do ataque americano contra a Síria, foi interpretada como uma demonstração de força por parte da administração Trump.

Pyongyang diz que reagirá "se for necessário"

A Coreia do Norte denunciou o que chamou de envio "insensato" da Marinha americana e advertiu que Pyongyang reagirá em caso de necessidade. "A mobilização sem sentido americana para invadir Coreia do Norte alcançou uma fase preocupante", disse um porta-voz do ministério norte-coreano das Relações Exteriores, citado pela agência oficial KCNA, utilizando o nome oficial do país.

"Nosso potente exército revolucionário acompanha de perto todos os movimentos dos inimigos e nossas armas nucleares estão apontadas para as bases de invasão americanas, não apenas na Coreia do Sul e no Pacífico, mas também no território americano", ameaçou o jornal estatal Rodong Sinmun.

Uma série de recentes testes de mísseis norte-coreanos alimentou os temores de Washington de que Pyongyang possa ter pronto um míssil balístico intercontinental capaz de descarregar uma ogiva nuclear sobre território americano. Nessas especulações, considera-se também que a Coreia do Norte possa realizar um sexto teste nuclear para comemorar o 105º aniversário de seu fundador, Kim Il-Sung, no sábado.

(Com informações da AFP Brasil)
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.