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Mundo

"Destino de Assad será decidido pelo povo sírio", diz Tillerson na Turquia

media Secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson (à esq.), com o presidente turco, Recep Tayyp Erdogan Palace/Handout via REUTERS

O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, está na Turquia nesta quinta-feira (30). Foi a primeira viagem de uma autoridade americana ao país desde a posse de Donald Trump, em janeiro deste ano.

Rex Tillerson iniciou nesta quinta-feira (30) sua primeira visita à Turquia, que pretende estabelecer boas relações com o governo de Donald Trump, apesar das divergências sobre a crise na Síria.

Tillerson, principal autoridade americana a viajar para a Turquia desde que Donald Trump chegou à Casa Branca em janeiro, se reuniu durante a manhã com o primeiro-ministro Binali Yildirim em Ancara, antes encontrar o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.

Autoridades dos dois países, aliados na Otan, afirmaram que Tillerson e seus interlocutores turcos abordariam, entre outros temas, a guerra da Síria, na qual tanto Ancara como Washington estão envolvidos.

A Turquia denuncia com frequência o apoio dos Estados Unidos às milícias curdas YPG, que lutam contra o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria. O governo turco considera estas forças curdas um grupo terrorista relacionado com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

O tema, que provocou tensões entre os dois países durante o governo do ex-presidente Barack Obama, continua sendo uma preocupação para a Turquia, que solicitou diversas vezes o fim da colaboração de Washington com as milícias.

O pregador Fethullah Gülen, exilado nos Estados Unidos, também é um foco de tensão. O governo turco acusa o religioso de estar por trás da tentativa de golpe de Estado de 15 de julho de 2016 e pede há vários meses a sua extradição, mas os americanos recusam.

Crise síria e diplomacia

Em 2016, começaram os contatos diplomáticos mediados pelo ONU sobre uma solução política para a guerra que está destruindo a Síria. Mas as diversas rodadas de negociações nunca registraram nenhum avanço entre opositores e o regime, nem sobre o conceito de transição política e o futuro do presidente Bachar al-Assad.

O gabinete de Donald Trump não sinalizou até agora até onde pretende ir nos seus esforços diplomáticos para tentar resolver o conflito que tormenta a Síria há seis anos, causou a morte de 310.000 pessoas e o deslocamento de cinco milhões de refugiados.

 

 

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