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Mundo

Coreia do Norte dobrou capacidade de produção de urânio, diz AIEA

media Foto do líder norte-coreano Kim Jong-un divulgada pela agência KCNA KCNA/via Reuters

A Coreia do Norte duplicou nos últimos anos a superfície de suas instalações que produzem urânio enriquecido. A informação é de Yukiya Amano, diretor da Agência Internacional de Energia Nuclear (AIEA), que se refere a uma "nova fase" no programa nuclear de Pyongyang.

Em uma entrevista ao Wall Street Journal, Amano disse que a situação do país "é muito ruim" e que as capacidades nucleares do país foram reforçadas. "A situação é muito ruim, entramos em uma nova fase", declarou. "Tudo indica que a Coreia do Norte está progredindo em seus projetos nucleares, como o país vem sinalizando há muito tempo."

A preocupação é crescente na comunidade internacional, depois de uma série de disparos de mísseis por parte da Coreia do Norte, que também realizou dois testes nucleares em 2016. Há 15 dias, quatro artefatos foram disparados. A explicação dada é que se tratava de um exercício com o objetivo de atingir as bases americanas no Japão.

Solução diplomática está distante

A Coreia do Norte intensifica seus esforços para produzir plutônio e enriquecer urânio em seu complexo de Yongbyon, indicou Amano, para quem a possibilidade de uma solução diplomática está muito distante.

A Coreia do Norte tem como ambição obter um míssil balístico intercontinental capaz de atingir o continente americano. Em janeiro, a Coreia do Sul afirmou que a Coreia do Norte tinha plutônio suficiente para fabricar 10 bombas nucleares, assim como uma capacidade considerável de produção de armas que utilizam o urânio enriquecido.

Novas sanções

O governo do presidente americano Donald Trump estuda a adoção de novas sanções contra a Coreia do Norte, cortando os financiamentos internacionais e forçando a pressão econômica e diplomática sobre as empresas e os bancos chineses. A China é um dos poucos países aliados do governo norte-coreano, mas a situação pode mudar. O assunto será tratado entre o presidente americano Donald Trump e o chinês, Xi Jinping, em um encontro marcado para os próximos dias 6 e 7 de abril.

Paralelamente, um ataque militar contra a Coreia do Norte, mesmo que não esteja totalmente excluído, não faz parte das prioridades do governo americano.

 

 

 

 

 

 

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