Ouvir Baixar Podcast
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 21/05 09h30 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 26/05 09h30 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 21/05 09h33 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 26/05 09h36 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 26/05 09h57 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 26/05 15h00 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 26/05 15h06 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 26/05 15h27 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Manifestações continuam na Coreia do Sul após destituição da presidente Park Geun-hye

media Em Seul, cerca de 50 mil pessoas celebram o impeachment da presidente Park Geun-hye, em 11 de março de 2017, REUTERS/Kim Kyung-Hoon

No dia seguinte à destituição da presidente sul-coreana,envolvida em um escândalo de corrupção, milhares de pessoas se reuniram no centro da capital Seul. Opositores e partidários de Park Geun-hye reagiram à decisão histórica que tirou a presidente do poder.

Aos gritos de "O povo venceu" e "Prendam Park!", cerca de 50 mil opositores saíram às ruas para celebrar. Para os que criticam Park Geun-hye, esta vigésima vigília com velas teve gosto de vitória. O correspondente da RFI em Seul, Luis Palligiano, conversou com cidadãos satisfeitos com o impeachment, entre eles, Yoon Chong-min, de 58 anos, que não faltou a nenhum dos protestos. "Uma grande maioria dos sul-coreanos estão felizes porque ela violou a lei", afirma. De outra geração, a jovem estudante Kim Yeon-ju, que frequenta a prestigiosa faculdade para mulheres Ewha, lembra quando a decisão da Corte Constitucional caiu: "Estava com minha avó, que apesar de ser idosa, não estava do lado de Park, ela entendeu que ela agiu muito mal. Ficamos muito contentes!", celebra a universitária.

"Destituição é influência da Coreia do Norte"

A somente 50 metros do local onde os sul-coreanos celebram a destituição, uma imensa barreira separa as milhares de pessoas que, do outro lado, apoiam a ex-chefe de Estado, balançando a bandeira nacional: "Se nos baseássemos na lei e na Constituição, ela nunca deveria ter sido destituída. Esta decisão deve ser anulada", protesta o comerciante Lee Seung-min, que recusa a decisão inédita dos juízes.

Para outro sul-coreano, Oh Jeong-gon, esta destituição faz parte da influência do regime comunista da Coreia do Norte: " As pessoas da classe alta seguem a ideologia norte-coreana. Muitos são verdadeiramente leais à Coreia do Norte", ele afirma.

Desde o anúncio do veredicto, violentos confrontos ocorreram entre defensores da presidente destituída e a polícia.Três manifestantes morreram.

 

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.