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Mundo

Turquia lança campanha para referendo que pode ampliar poderes do presidente

media O primeiro-ministro Binali Yildirim, ao lado de sua mulher, durante lançamento da campanha do referendo. REUTERS/Umit Bektas

O primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, lançou oficialmente neste sábado (25) a campanha para o referendo sobre a reforma constitucional no país. O voto, previsto para 16 de abril, pode aumentar os poderes do presidente turco Recep Tayyip Erdogan.

O premiê pediu neste sábado aos compatriotas que votem a favor do texto, alegando que a reforma constitucional é positiva para o país. "Para uma Turquia forte, uma estabilidade duradoura, nossa decisão é sim", afirmou Yildirim em Ancara diante de 40 mil pessoas, durante o primeiro comício do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP).

A reforma constitucional sobre a qual os turcos vão ser consultados em abril já foi aprovada no mês passado pelo Parlamento. O texto tem como objetivo substituir o sistema parlamentarista atual por um sistema presidencialista.

De acordo com as autoridades turcas, a reforma, que poderia permitir a Erdogan permanecer no poder até pelo menos 2029, é necessária para ajudar o país a enfrentar os desafios econômicos e de segurança. "O novo sistema permitirá acabar com o terrorismo", declarou Yildirim diante dos partidários.

Em um país que sofreu vários atentados vinculados à rebelião curda e ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) nos últimos meses, o argumento de Yildirim pode convencer muitos eleitores. Mas a reforma preocupa os opositores e as ONGs, que acusam o presidente Erdogan de uma guinada autoritária, sobretudo desde o golpe de Estado frustrado de 15 de julho, que provocou uma onda de repressão no país.

O primeiro-ministro já disse que independentemente do resultado das urnas, o voto dos eleitores será respeitado. Já o presidente é mais radical e declarou que os que se opõem à reforma não são patriotas.

Em ritmo de campanha, estreia neste domingo (26) um filme que conta, de forma positiva, a vida de ninguém menos que o presidente Erdogan. O governo rejeita as acusações de que a produção seja um instrumento de propaganda.

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