Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/07 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/07 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/07 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/07 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/07 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/07 09h30 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 15/07 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 15/07 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Fluxo de armas aumentou no mundo, mostra relatório

media Balas em um stand do salão armamento Eurosatory 2016. RFI/Olivier Fourt

O fluxo de armamento em direção à Ásia, à Oceania e ao Oriente Médio aumentou nos últimos cinco anos, de acordo com um relatório publicado nesta segunda-feira (20) pelo SIPRI (Instituto Internacional de Pesquisa pela Paz), em Estocolmo.

Os cinco maiores exportadores são os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França e a Alemanha, que concentram, sozinhos, 74% do volume total de vendas de armas. As importações de armas pelos países da Ásia e da Oceania aumentaram 7,7%. O documento compara o período entre 2007 e 2011 e 2012 a 2016.

Elas representam 43% do fluxo global, diz o relatório. A Índia é o maior importador mundial, com 13% do total. Um destaque é o Vietnã, que passou do 29° para o 10° lugar do ranking, com um aumento de 202%.Outra conclusão do documento é que as transferências de armamento pesado entre 2012 e 2016 atingiram seu maior volume desde o fim da Guerra Fria.

No Oriente Médio, as importações de armas dobraram e aumentaram 86%, representando 29% do total mundial. Os países que mais adquiriram armamento na região foram a Árabia Saudita e o Catar, com um aumento de 212% e 245%, respectivamente.

“Nos últimos cinco anos, a maior parte dos estados do Oriente Médio buscam através das importações da Europa e dos EUA acelerar suas capacidades militares”, disse Pieter Wezeman, pesquisador principal do programa Armas e Despesas Militares do SIPRI. “Apesar da diminuição do preço do barril do petróleo, os países da região continuaram a encomendar mais armas do que em 2016. Eles consideram como um instrumento essencial para enfrentar conflitos e tensões regionais”.

EUA são o principal exportador

Os Estados Unidos continuam sendo o principal exportador, fornecendo armas para pelo menos 100 países em todo o mundo. A Rússia representa 23% das exportações mundiais, sendo que 70% do armamento são destinados para a Índia, o Vietnã, a China e a Argélia.

A China exporta de 3,8% a 6,2% e a França e Alemanha 6% e 5,6%, que registrou uma queda de 36% entre 2007 e 2011 e 2012 e 2016. Outro destaque do relatório é a diminuição da compra de armas de 19% pela Colômbia, possivelmente ligado ao acordo de paz com as Farc, e um aumento de 184% no México.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.