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Mundo

Rússia prorroga visto de Snowden por mais dois anos

media Edward Snowden, durante videoconferência, em novembro REUTERS/Marcos Brindicci/File Photo

As autoridades russas prorrogaram por dois anos o visto de residência do ex-consultor da NSA, a Agência de Segurança Americana, Edward Snowden, que vive na Rússia desde 2013. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (18) pela porta-voz do ministério russo das Relações Exteriores, Maria Zajarova.

O ex-consultor da NSA tinha um visto de residência de três anos, obtido depois de ter recebido asilo político de um ano do governo russo. Ele chegou a passar um mês na zona de trânsito do aeroporto Cheremetievo, de Moscou, fugindo das autoridades americanas.O advogado de Snowden não confirmou a informação

O ex-consultor da NSA fugiu à Rússia depois de vazar à imprensa dezenas de milhares de documentos sobre espionagem eletrônica praticada pela agência, envolvendo cidadãos e vários chefes de Estado, inclusive a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e a chanceler alemã, Angela Merkel. As revelações provocaram fortes tensões entre os Estados Unidos e seus aliados. A decisão das autoridades russas de acolher Snowden provocou a ira de Washington.

Visto é prorrogado depois de redução de pena de Manning

A prorrogação de seu visto de residência foi concedida um depois presidente americano, Barack Obama, reduzir a pena da soldado transgênero Chelsea Manning, condenada a 35 anos de prisão por ter transmitido documentos confidenciais ao WikiLeaks.

Manning, que se chamava Bradley, será liberada no dia 17 de maio. Esta decisão foi aplaudida pelo próprio Snowden, que também é acusado nos Estados Unidos de roubo de documentos confidenciais e espionagem. Ele pode ser condenado a 30 anos de prisão.

"Em cinco meses será livre. Obrigado por tudo o que fez pelo mundo, Chelsea", reagiu Snowden no Twitter. "Obrigado, Obama", acrescentou.O presidente em fim de mandato descartou, no entanto, indultar Snowden, afirmou o porta-voz do executivo americano, Josh Earnest, ressaltando que o ex-consultor "fugiu aos braços de um adversário e encontrou refúgio em um país que, muito recentemente, tentou enfraquecer nossa democracia de forma deliberada", em referência à Rússia.

(Com informações da AFP Brasil)
 

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