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Ritual de digitar seu código secreto pode estar com os dias contados

Ritual de digitar seu código secreto pode estar com os dias contados
 
Novos métodos de identificação estão sendo desenvolvidos para substituir a digitação dos códigos secretos pixabay

Quem nunca se irritou ao ter que decorar diferentes códigos secretos, cada vez mais complexos? A imprensa francesa desta semana se interessou pelo tema e mostra vários métodos alternativos.

Com o título “os códigos secretos do futuro”, a revista Week-End do jornal francês Les Echos traz uma lista das inovações do mercado. Segundo a reportagem, o assunto interessa os gigantes do comércio online, da telefonia e da informática, que procuram simplificar os sistemas de reconhecimento de seus clientes se voltando para métodos biométricos.

Um dos exemplos é o da identificação por meio do branco dos olhos. “O dispositivo analisa a rede de vasos sanguíneos e outros atributos que continuam estáveis em cada indivíduo durante vários anos”, explica o texto. “Essa ‘chave ocular’ não é estocada em forma de imagem, e sim em um formato codificado, o que o protege de piratarias eventuais”, completa. O método, que apresenta um índice de fiabilidade de 98%, tem interessado tanto que o gigante asiático Alibaba decidiu comprar a EyeVerify, uma das startups americanas mais cotadas na área de biometria ocular.

Outro sistema que chama a atenção é o desenvolvido pela coreana Samsung, que consiste em usar a rede de veias da mão como método de identificação. O dispositivo, que já foi patenteado mas ainda não é comercializado, seria usado nos relógios conectados, que só funcionariam se acionados pelo proprietário, e que poderiam servir para efetuar pagamentos ou abrir portas, explica a reportagem.

Na mesma linha da gigante coreana, a Apple acaba de registrar a patente sobre um método que se baseia na frequência cardíaca. Complexo, o sistema parte de um dispositivo que mede a oxigenação do sangue e, por consequência, a pulsação. Essa “assinatura cardíaca” substituiria o “Touch ID” dos iPhone atuais na hora das transações Apple Pay.

Abre-te Sésamo

A França também aparece como pioneira nos sistemas do gênero. Um dos exemplos é o do projeto desenvolvido pelo Banque Postale, uma das mais tradicionais instituições bancárias do país, ligada aos Correios, que está implementando um dispositivo de reconhecimento vocal. “Para validar uma compra, o cliente recebe um telefonema em seu celular e deve pronunciar uma frase que vai lhe permitir ser identificado”, segundo a revista do Les Echos.

A Amazon também se interessa pelo assunto, e já registrou várias patentes ligadas aos métodos alternativos de identificação. Além do sistema de reconhecimento do desenho da orelha durante o contato com o telefone celular, que a empresa estuda junto com Yahoo!, a gigante do comércio online pesquisa uma forma de identificar seus clientes por meio de uma selfie. “Para evitar que os hackers usurpem sua identidade utilizando uma fotografia, o usuário deverá fazer um gesto, como um sorriso ou dar uma piscada de olho”, conta a reportagem, lembrando que Alibaba e MasterCard também pesquisam dispositivos similares.

Já Google gostaria de ir além e substituir todos os códigos secretos ligados ao sistema Android por um dispositivo que misture os reconhecimentos facial e vocal a vários dados comportamentais, como o ritmo de digitação do usuário e seus locais de conexão, por meio da geolocalização. Mas Google garante, para aqueles que temem por sua privacidade, que todas essas informações “serão usadas apenas para o reconhecimento dos clientes”, precisa a reportagem.
 


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