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Mundo

Conselho de Segurança da ONU exige que Israel ponha fim a assentamentos

media Amona, assentamento israelense na Cisjordânia. REUTERS/Ronen Zvulun/File Photo

O Conselho de Segurança da ONU exigiu nesta sexta-feira (23) que Israel ponha fim aos assentamentos, em uma resolução adotada depois de que os Estados Unidos se abstiveram, não usando seu direito a veto. Em manobra pouco usual, Washington se absteve, enquanto os 14 membros restantes do Conselho votaram a favor da resolução.

Os integrantes de cada país-membro aplaudiram a resolução. Nova Zelândia, Malásia, Senegal e Venezuela impulsionaram a votação, depois que o Egito decidiu postergá-la após o telefonema do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ao chefe de Estado egípcio, Abdel Fatah al Sissi.

O embaixador israelense na ONU, Danny Danon, reconheceu que seu governo esperava que os Estados Unidos vetassem "esta vergonhosa resolução". "Não tenho dúvidas de que a nova administração americana e o próximo secretário-geral da ONU (Antonio Guterres) acertarão o passo em direção a uma nova era na relação da ONU com Israel", declarou.

Assentamentos são armadilha para esforços de paz

A resolução exige que "Israel cesse imediatamente e completamente os assentamentos nos territórios palestinos ocupados, incluído Jerusalém Oriental". Além disso, ressalta que as colônias israelenses "não têm validez legal" e "estão pondo em perigo a viabilidade da solução dos dois Estados". O governo hebreu declarou que vai acatar a resolução, classificando-a, em nota oficila, de "anti-israelense e vergonhosa".

Os assentamentos de Israel são vistos como uma grande armadilha aos esforços de paz, já que estão construídos em territórios palestinos que pertenciam a seu futuro Estado. A ONU, que ressalta que as colônias são ilegais, alertou que nos últimos meses as construções proliferaram.

Cerca de 430 mil israelenses vivem atualmente na Cisjordânia e outros 200 mil em Jerusalém Oriental, que para os palestinos deve ser a capital de seu futuro país. Para Nabil Abu Rudeina, porta-voz da presidência palestina, a resolução é "um grande golpe para Israel". "Trata-se de uma condenação internacional unânime da colonização e um claro apoio a uma solução de dois Estados" acrescentou, pouco depois da votação em Nova York.
 

(Com informações da AFP)

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