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Mundo

Governo chinês pede que Trump respeite acordo sobre “China única”

media O presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump afirmou neste domingo que não acredita nas conclusões da agência de inteligência americana (CIA), segundo as quais a Rússia. REUTERS/Mike Segar

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, declarou neste domingo (11) que o país poderá questionar o princípio da “China única”, incluindo Taiwan. A China reagiu pedindo aos americanos que respeitem o acordo assinado há 40 anos.

A declaração de Trump ao canal Fox News é uma resposta ao protesto de Pequim à conversa pelo telefone entre presidente eleito e a chefe de Estado de Taiwan, Tsaï Ing-wen, em 2 de dezembro. Esta foi a primeira vez que os líderes dois países entraram em contato desde que o presidente americano Jimmy Carter restabeleceu as relações diplomáticas com Pequim, em 1979, aceitando o princípio de que a ilha faz parte do território chinês.

“Eu não vejo porque nós deveríamos nos conformar com a política da 'China única', a menos que outros acordos sobre outros assuntos, como o comércio, sejam concluídos”, declarou Trump, fazendo alusões a concessões nessa área. "Não quero que a China me diga o que tenho que fazer", disse Trump, defendendo com veemência sua recente conversa por telefone com a presidente de Taiwan.

Além disso, alegou o republicano, teria sido "falta de educação" não receber a ligação de Tsai. Segundo ele, a presidente queria apenas felicitá-lo pela vitória eleitoral. "Foi um telefonema muito lindo. Breve. Por que outra nação poderia alegar que eu não posso atender a uma chamada?", questionou Trump.

O Ministério chinês das Relações Exteriores disse nessa segunda-feira (12) estar “extremamente preocupado” com as declarações de Trump e pediu que o futuro governo americano entenda o “caráter sensível” da questão sobre Taiwan. Segundo o porta-voz do Ministério, Geng Shuang, os EUA prometeram dar continuidade ao princípio da “China única” e o país espera que os americanos cumpram sua promessa.

Segundo o jornal Global Times, publicado pelo partido comunista, Donald Trump se comportava como uma “criança ingênua” em termos diplomáticos. “Vamos provar que os Estados Unidos não foram capazes de dominar o estreito de Taiwan e que o desejo de Trump de vender a política da China única para fins comerciais é uma tática pueril”.
 

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