Ouvir Baixar Podcast
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/05 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 22/05 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 22/05 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/05 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/05 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 21/05 15h00 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 20/05 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 20/05 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Últimas notícias
  • Justiça alemã prepara pedido de extradição de Puigdemont para a Espanha
Mundo

Milhares de sul-coreanos pedem a renúncia da presidente Park Geun-Hye

media Manifestantes coreanos exigem a renúncia da presidente Park Geun-Hye. REUTERS/Kim Hong-Ji

Milhares de sul-coreanos se manifestaram neste sábado (5) na capital Seul, em meio a um grande dispositivo de segurança, para exigir a renúncia da presidente Park Geun-Hye, envolvida em um escândalo político-financeiro.

Levando cartazes e gritando palavras de ordem contra a Park Geun-Hye, os manifestantes tentaram chegar à Casa Azul, sede da presidência, vigiados por 20 mil policiais. De acordo com os organizadores do protesto, 200 mil pessoas aderiram à marcha (40 mil, segundo a polícia).

A manifestação ocorreu um dia após a presidente pedir desculpas em uma mensagem na televisão. No discurso, ela anunciou que responderá às perguntas da justiça do país sobre o caso.

Park Geun-Hye é acusada de ter sido influenciada por uma amiga, Choi Soon-Sil, que teria se intrometido em assuntos do governo. A mulher é acusada de se aproveitar da proximidade com a presidente para obter doações de grandes conglomerados industriais. Segundo denúncias, Choi utilizava o dinheiro para fins pessoais. Ela foi presa detida na quarta-feira (2) por fraude e abuso de poder.

Pedido de desculpas não convenceu os coreanos

Park, cuja popularidade é de apenas 5% de opiniões favoráveis, reconheceu em seu discurso de sexta-feira (4), na televisão coreana, a responsabilidade no escândalo que envolve sua confidente e amiga de 40 anos. A presidente reconheceu "negligência" e falta de vigilância, mas negou ter "caído nas mãos de uma seita", como afirmam alguns meios de comunicação.

O que mais chocou a opinião pública foram as acusações de interferência em assuntos de Estado e o acesso de Choi a documentos confidenciais, apesar de não ocupar nenhum cargo oficial. "Terá que renunciar, pois perdeu qualquer autoridade moral de presidente", afirmou um manifestante durante a marcha neste sábado.

No entanto, analistas consideram pouco provável que Park renuncie e acreditam que ela terminará seu mandato com uma legitimidade diminuída. Além do escândalo Choi, a presidente também é responsabilizada pelo aumento do desemprego no país e pelas tensões militares com a Coreia do Norte.

(Com informações da AFP)

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.