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Mundo

Aviões americano e russo quase se chocam na Síria

media Imagens divulgadas pelo Ministério da Defesa russo mostram caça Sukhoi Su-34 bombardeando província síria de Deir ez-Zor. Ministry of Defence of the Russian Federation/Handout via REUTER

Um avião de combate russo voou muito perto de um aparelho militar americano no leste de Síria, de acordo com fontes do Departamento da Defesa dos Estados Unidos. O incidente foi relatado nesta sexta-feira (28) e sinaliza os riscos em um espaço aéreo cada vez mais congestionado pela presença de grandes potências militares.

O choque evitado aconteceu em 17 de outubro, quando um avião russo que escoltava um grande aparelho de vigilância manobrou próximo do avião americano, declarou o tenente-general Jeff Harrigian, da Força Aérea dos Estados Unidos. O avião russo se aproximou "a menos de 800 metros", completou.

Outro dirigente militar americano, que não quis ser identificado, disse que o piloto chegou a sentir a turbulência produzida pelo aparelho russo. Aparentemente, o piloto russo não havia detectado o avião americano, já que era noite e os aparelhos voavam sem luz.

A coalizão internacional e a Rússia estabeleceram um sistema de comunicação para especificar a localização de seus aparelhos no céu sírio. Neste caso, segundo a versão do Pentágono, o piloto americano tentou, sem sucesso, entrar em contato com o militar russo, por meio do canal de rádio de emergência.

Ainda de acordo com Washington, no dia seguinte, autoridades americanas questionaram a Rússia sobre o ocorrido, e os comandos russos afirmaram que "o piloto não havia visto" o avião americano, explicou Harrigian. A coalizão internacional não considerou o incidente como deliberadamente hostil por parte da Rússia, observou mais tarde seu porta-voz militar em Bagdá. O comando de Operações Aéreas da coalizão "não estima que se tenha tratado de um gesto mal-intencionado", declarou o coronel John Dorrian, sem dar mais detalhes sobre o incidente.

Fome como arma de guerra

Os Estados Unidos acusaram o regime sírio de utilizar a "fome como arma" na cidade de Aleppo, um crime de guerra sob as Convenções de Genebra. Ao rejeitar as afirmações da Rússia de que os ataques em Aleppo, no norte da Síria, foram suspensos, um funcionário americano comentou à AFP que "o regime sírio tem rejeitado os pedidos das Nações Unidas para fazer chegar ajuda aos bairros do leste da cidade, utilizando a fome como arma de guerra".

As Convenções de Genebra proíbem expressamente o recurso da fome como "método de guerra". O bombardeio e o assédio permanentes contra os bairros do leste de Aleppo, onde vivem cerca de um milhão de pessoas, têm gerado fortes protestos internacionais. Washington analisa atualmente aumentar as sanções contra a Síria e acionar a Corte Penal Internacional de Haia.

Com informações da AFP
 

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