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Mundo

Depois de Mossul, no Iraque, coalizão ataca último reduto do EI na Síria

media Combatentes peshmergas durante batalha contra o Estado Islâmico em Mossul, no Iraque, em foto de 24 de outubro de 2016. REUTERS/Ahmed Jadallah

O secretário de Defesa americano, Ashton Carter, disse nesta terça-feira (25) que os preparativos para isolar a cidade de Raqa, reduto do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria já começaram, paralelamente à ofensiva internacional em andamento na cidade iraquiana de Mossul. 

"Já começamos a assentar as bases para que nossos aliados comecem a isolar Raqa", disse Carter após a conferência em Paris entre os ministros da Defesa de treze países da coalizão internacional antiterrorista.

O secretário de Defesa deu como exemplo dois golpes já desferidos contra os extremistas: a tomada de Manbij, em agosto, por parte de uma coalizão árabe-curda apoiada pelos Estados Unidos, e a de Dabiq, reconquistada em meados de outubro por rebeldes apoiados pela Turquia. Carter afirmou, ainda, que serão "forças locais" as que tomarão Raqa, seguindo "o princípio estratégico da coalizão".

Na ocasião da conferência de Paris, o presidente francês François Hollande lembrou a necessidade de “antecipar as consequências da tomada de Mossul”, em seus aspectos “políticos, humanitários e de segurança”. Os ministros da Defesa reunidos na capital francesa avaliaram também o risco do retorno dos jihadistas estrangeiros a seus países de origem.

Avanço da coalizão ocidental em Mossul

As unidades de elite iraquianas se aproximaram nesta terça-feira do leste de Mossul com o apoio da coalizão internacional. Cada vez mais envolvida no conflito no Iraque, a Turquia advertiu que pode iniciar uma operação terrestre no norte do Iraque para eliminar qualquer tipo de ameaça a seus interesses.

Oito dias depois do início da ofensiva em Mossul, as Unidades de Elite do Contraterrorismo (CTS, na sigla em inglês) do Iraque avançavam na zona leste do último reduto do EI no país. Nesta terça-feira, as forças iraquianas também retomaram o controle completo de Rutba, cidade da região oeste que foi alvo de um ataque no domingo do grupo Estado Islâmico.

"Nossa frente está agora a cinco ou seis quilômetros de Mossul", afirmou o comandante da CTS, general Abdelghani al-Assadi, no fim da tarde desta terça-feira. "Devemos estabelecer uma coordenação com outras frentes para iniciar um ataque em Mossul", disse o militar, que se encontra na cidade iraquiana de Bartala.

Os peshmergas curdos se aproximam do nordeste da cidade, mas na região Sul as forças federais ainda têm um longo caminho a percorrer antes de cercar completamente Mossul.

 

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