Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 21/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 21/09 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 21/09 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 21/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Paris sediará conferência sobre futuro de Mossul após derrota do grupo EI

media Tropas curdas se dirigem a Mossul em 17 de REUTERS/Azad Lashkari

A França já está apostando no "pós-grupo EI" e vai sediar nesta quinta-feira (20) uma conferência sobre o futuro político de Mossul depois que os jihadistas forem vencidos. A batalha para a reconquista da segunda cidade do Iraque, último grande reduto do grupo Estado Islâmico no país, começou ontem (19).

Foi o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault, que anunciou a reunião em Paris. " É preciso não apenas ganhar a batalha para reconquistar Mossul, mas ganhar a paz. E depois da derrota esperada do grupo Estado Islâmico, é preciso criar condições para uma paz durável, uma paz civil, que não se expresse em seguida por confrontos entre minorias, entre milícias. A preparação para o futuro político, a gestão política, requer um diálogo com numerosos parceiros, especialmente os da coalizão, um diálogo com o governo iraquiano", declarou.

Ayrault explicou que a conferência será aberta pelo presidente da República, François Hollande, e copresidida por ele e por Ibrahim  al-Jaafari, chanceler do Iraque. "Por enquanto, estamos agindo por etapas. Queremos um diálogo e é preciso, primeiramente, criar condições para esse dálogo, sem excluir ninguém", afirmou, completando que esta primeira iniciativa do gênero é indispensável.

Cerca de vinte países devem participar do encontro em Paris. O Irã, de grande influência na região, não estará presente.

A coalizão internacional estima que os combates podem durar muitas semanas. Já a ONU teme uma catástrofe humanitária e um êxodo em massa dos 1,5 milhão de habitantes que ainda vivem na cidade.

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.