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Mundo

Iraque inicia ofensiva em Mossul, capital do grupo EI no país

media Forças Peshmerga avançam no leste de Mossul REUTERS/Azad Lashkari

A operação para tomar a cidade estratégica de Mossul do grupo Estado Islâmico (EI) já começou, de acordo primeiro-ministro iraquiano, Haider al Abadi. O anúncio foi feito à rede de televisão estatal, neste domingo (16).

"O tempo da vitória chegou e as operações para libertar Mossul começaram", declarou o chefe de governo, acrescentando que a batalha vai libertar a população “da violência e do terrorismo do grupo Estado Islâmico”.

O primeiro-ministro informou que só o exército e a polícia vão entrar Mossul, apesar de numerosas forças de segurança participarem na ofensiva preparada para recuperar a segunda maior cidade do Iraque, incluindo peshmergas curdos e milícias sunitas e xiitas. "A força que executa as operações de libertação é o exército iraquiano junto com a polícia nacional e ambos serão os que entrarão em Mossul, nenhuma mais", declarou Abadi.

A ofensiva em Mossul também tem também a participação da coalizão dirigida pelos Estados Unidos – que fornece um apoio aéreo e por terra. Esta deverá ser a maior batalha no Iraque desde a invasão do país pelas tropas americanas, em 2003.

A participação turca também não é desejada, segundo Bashar Al Kiki, governador da província de Ninive. “Nós recusamos qualquer intervenção das forças de fora da coalizão e qualquer participação na batalha de Mossul deve ser feita em coordenação com as Forças Armadas iraquianas. As forças turcas não terão um papel na libertação de Mossoul.”

Crise humanitária

A batalha poderá desencadear uma crise humanitária sem precedentes, com a fuga da população local em pleno inverno, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). De acordo com o secretário-adjunto da ONU para as questões humanitárias, Stephen O’Brien, mais de 1,5 milhão de pessoas vivendo na cidade podem ser atingidas pelas operações militares. "As famílias estão expostas ao fogo cruzado e aos snipers", disse.

O Alto Comissariado das Nações Unidas espera ter à disposição 11 campos de refugiados até o final do ano, com capacidade para 120 mil pessoas. As autoridades iraquianas esperam distribuir 150 mil pessoas nos acampamentos já existentes.

 

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