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Mundo

Israel fecha Cisjordânia e Faixa de Gaza para festa do Yom Kippur

media No domingo, 9 de outubro, um palestino atirou contra pedestres ferindo seis pessoas em Jerusalém Oriental. REUTERS/Ronen Zvulun

Israel fechou nesta terça-feira (11) os acessos da Cisjordânia ocupada e de todos os pontos de passagem entre Israel e a Faixa de Gaza para evitar qualquer ato de violência por ocasião do Yom Kippur, o Dia do Perdão ou do Arrependimento, uma das datas mais importantes do Judaísmo.

Israel inicia um período de festas judaicas, dois dias depois de um ataque em que dois israelenses foram mortos por um palestino.

Em 2015, as celebrações do Yom Kipur e dos Tabernáculos marcaram o início de uma onda de violência que prossegue até hoje. Por ocasião do Kipur, de terça-feira à noite até quarta-feira à noite, e da festa dos Tabernáculos, a partir de domingo e por uma semana, a Cidade Antiga de Jerusalém recebe milhares de pessoas que visitam o Muro das Lamentações, próximo da Esplanada das Mesquitas.

A esplanada, terceiro local sagrado do Islã, venerado pelos judeus como o Monte do Templo, fica em Jerusalém Oriental, anexada e ocupada por Israel, e transcende o conflito israelense-palestino. Mesmo antes do início do Kipur, dezenas de milhares de fiéis compareceram durante a noite ao muro pra orar e alguns permaneceram até a madrugada. Mais de 3.000 policiais foram mobilizados em Jerusalém no período.

Como geralmente acontece em momentos sensíveis, o exército israelense fechou os territórios da Cisjordânia ocupada e da Faixa de Gaza, o que impede os palestinos de sair ou entrar em Israel, exceto para emergências médicas ou humanitárias.

Fechamento complica trajetos dos palestinos para o trabalho

O fechamento de 48 horas envolve apenas os palestinos, e não inclui os quase 400 mil colonos israelenses que vivem na Cisjordânia, ocupada pelo exército de Israel desde 1967. Para os palestinos, o bloqueio complica muito o dia a dia, o que obrigou muitas lojas do setor muçulmano da Cidade Antiga a abrir mais tarde, já que os funcionários precisarão de mais tempo para chegar aos locais de trabalho.

O objetivo de Israel com o cerco é reduzir o risco de ataques palestinos. De modo oportuno, o Shin Beth (serviço de segurança interna) anunciou nesta terça-feira a detenção, no mês passado, de um palestino de Jerusalém que preparava um atentado suicida em um ônibus do bairro de colonos de Pisgat Zeev. Mohamad Julani atuava sob instruções dos membros do Hamas em Gaza, afirmou o Shin Beth. Ele era ligado ao movimento islamita palestino com o qual Israel está em estado de guerra permanente.

O exército israelense também anunciou a destruição durante a madrugada do apartamento na Cisjordânia de um dos palestinos condenados a prisão perpétua pelo assassinato de um casal de colonos em 2015. O exército afirma que Amjad Aliwi era integrante da "célula terrorista responsável pelo planejamento e execução do ataque de 1º de outubro de 2015 em que Naama e Eitan Henkin morreram". Os quatro filhos do casal Henkin estavam com eles no carro que foi atingido por tiros entre as colônias de Elon Moreh e Itamar, ao leste de Nablus.

Informações da AFP

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