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Mundo

Iraque realiza operação estratégica para chegar a Mossul, reduto do grupo EI

media As forças iraquianas na periferia de Qayyarah, no norte do Iraque, foto de 15 de agosto. REUTERS/Stringer

O exército iraquiano lançou nesta terça-feira (23) uma ofensiva para tentar retomar a cidade de Qayyarah do grupo Estado Islâmico (EI). A operação é considerada como a última antes da chegada das forças à autoproclamada capital dos jihadistas, Mossul.

Oriane Verdier, correspondente da RFI no Iraque

A cerca de 60 quilômetros no sul de Mossul, controlada há dois anos pelo grupo Estado Islâmico, as forças iraquianas entraram na cidade de Qayyarah. No total, os militares estabeleceram um prazo de seis horas para reconquistar o local.

A batalha não é fácil: apesar do apoio da coalizão internacional, que realizou bombardeios durante toda a noite de segunda-feira (22), os jihadistas resistem. Na véspera da operação, o grupo EI realizou diversos ataques com gás cloro para barrar as forças iraquianas, o que não os impediu de entrar em Qayyarah na manhã desta terça-feira.

Os combates continuam nesta tarde, mas, se o exército iraquiano conseguir retomar o local, poderá, em seguida, avançar mais facilmente em direção a Mossul. Enquanto os militares avançam pelo sul, as forças curdas, que também combatem o grupo EI, dão sequência a sua ofensiva no norte e no oeste do reduto dos jihadistas.

Um milhão de pessoas devem fugir do confronto

A intensificação dos combates no norte do Iraque preocupa o Alto Comissariado para os Refugiados da ONU (Acnur), que prevê um deslocamento massivo da população. Segundo o órgão, a retomada de Qayyarah e a chegada das forças a Mossul devem afetar um milhão de pessoas. Quase 3 milhões de iraquianos foram obrigados a fugir do conflito desde 2014.

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