Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/08 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/08 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 18/08 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Mundo

Avião desaparecido da Malaysia Airlines despencou no oceano

media A área de buscas do MH370 no sul do Oceano Índico. REUTERS/Richard Polden

O voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido há mais de dois anos, estava em uma velocidade exagerada quando despencou no Oceano Índico. A informação foi relatada nesta terça-feira (9) por um estudo publicado pela imprensa australiana. O relatório confirma a queda do Boeing 777 na região onde são realizadas as buscas para encontrar a aeronave.

O Boeing 777 da companhia aérea da Malaysia Arilines desapareceu no dia 8 de março de 2014. Pouco depois de decolar do aeroporto de Kuala Lumpur, com 239 pessoas a bordo, em direção a Pequim, o voo MH370 sumiu dos radares. Ele teria caído no sul do Oceano Índico.

A Malásia lançou uma operação de resgate sem precedentes, mas o desaparecimento continua sendo um dos maiores mistérios da história da aviação civil. As buscas, dirigidas pela Austrália, se concentram em uma vasta região de 120 mil km2, equivalente a três vezes a superfície da Suíça. Até o momento, nada foi encontrado. Alguns especialistas acreditam que o avião, pilotado por alguém, poderia ter continuado pairando no ar muito além da área de busca.

Novas análises pedidas pela Boeing

Novas análises pedidas pela Boeing e novos dados do departamento americano de Defesa indicam que, independentemente da ação do piloto, o avião caiu no mar a uma velocidade exagerada. Quando o MH370 não tinha mais combustível, ele desacelerou antes de despencar de 35 mil pés (10.600 m) a uma velocidade de 12 a 20 mil pés por minuto, indica o relatório publicado pelo jornal The Australian.

Essa queda brutal foi também apontada por novos dados analisados pelo ministério australiano da Defesa, como os sinais emitidos automaticamente pelo avião, captados por satélites. Em entrevista ao jornal, o chefe da Agência Australiana de Transporte e Segurança, Greg Hood, que coordena a operação de resgate, disse que essa nova informação confirma que a aeronave "caiu provavelmente na região onde as buscas acontecem atualmente." Esta zona foi determinada a partir de dados de satélite e da hipótese de que nessa região o avião não tinha mais combustível e não estava mais sendo pilotado por ninguém.

Buscas serão interrompidas este ano

A maioria dos passageiros do MH370 era originária da Austrália, Malásia e China. Os três países decidiram suspender as operações de buscas este ano, a menos que apareça "uma nova informação crível". São várias as especulações para explicar o misterioso desaparecimento: um defeito mecânico ou estrutural do avião, um sequestro ou um ato terrorista. Mas até o momento, nenhum dado concreto permite privilegiar uma das pistas.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.