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Mundo

Airbnb é criticado por oferecer aluguéis em áreas ocupadas na Cisjordânia

media Airbnb na Cisjordânia: a cabana de madeira está localizada no assentamento judeu de Dolev. REUTERS/Baz Ratner

Um grupo internacional de Organizações Não-Governamentais (ONGs) solicitou, nesta quinta-feira (10), que a empresa Airbnb pare de propor ofertas de aluguel nas colônias israelenses localizadas dentro da Cisjordânia ocupadas, o que é ilegal sob o ponto de vista do direto internacional.

Várias manifestações estavam previstas para acontecer em frente às sedes do Airbnb em Londres, São Francisco, Portland e Paris. Participam da mobilização ONGs como a União Francesa pela Paz (UJFP), a BDS France (Boicote, Desinvestimento, Sanções), a Jewish Voice for Peace e a SumOfUs.

Na capital francesa, uma dezena de militantes se reuniu em frente à sede da companhia para entregar uma petição que contém 140 mil assinaturas, coletadas no mundo todo. Vestidos com camisetas da BDS, nas quais se lia “Justiça na Palestina”, os manifestantes carregavam cartazes que diziam: “Nós não queremos mais casas exploradas #Airbncolonie”.

Airbnb: cabe aos clientes avaliarem onde vão se hospedar

Os manifestantes foram recebidos na entrada do prédio da empresa americana por um funcionário do Airbnb e entregaram duas caixas com as assinaturas da petição. “É inadmissível que se explore comercialmente uma política colonial”, denunciou Jean-Guy Greilsamer, da UJFP. “Esta empresa aluga apartamentos situados em colônias ilegais israelenses na Cisjordania, construídas em terras roubadas dos palestinos”, disse.

Imen Habib, da BDS na França, disse que o Airbnb respondeu, após ser questionado pelas ONGS, que cabe aos clientes escolherem onde querem se hospedar, já que os locatários fecham os aluguéis diretamente com os proprietários. “Mas o Airbnb é responsável pelo site, então cabe a ele acabar com essas propostas de locação”, enfatizou Habib.

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