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Europa

Merkel diz que refugiados são uma oportunidade para a Alemanha

media Angela Merkel REUTERS/Francois Lenoir

A chanceler alemã, Angela Merkel, pedirá a seus compatriotas, em sua tradicional mensagem de fim de ano, que vejam a chegada de refugiados ao país como uma "oportunidade" e lembrou que muitos deles "literalmente escaparam da morte" para buscar refúgio na Alemanha.

"O ano que se encerra foi expoente de muitas guerras e crises, entre elas a da Síria e os "assassinatos bestiais da organização terrorista Estado Islâmico", destacou a chanceler, em um discurso já divulgado à imprensa e que será transmitido amanhã pelos principais meios de comunicação do país.

Ela lembrou que, já na mensagem de 2014, havia advertido que uma das consequências da guerra da Síria seria uma onda de refugiados "como não se tinha visto desde a Segunda Guerra Mundial", para, em seguida, agradecer aos cidadãos pela "onda de solidariedade espontânea" com que acolheram esses refugiados.

"Muitas dessas pessoas optaram por caminhos arriscados, pondo em perigo suas vidas, para buscar refúgio entre nós", comentou Merkel, cuja mensagem será acompanhada por legendas em árabe e inglês na transmissão da emissora de televisão pública ZDF.

Integração levará tempo

Merkel admitiu que a integração dessas pessoas custará tempo, dinheiro e muito esforço, mas pediu que não sejam repetidos "erros do passado" e para que a população defenda um modelo de integração que respeite "nossos valores, tradições, leis, idioma e regras".

As migrações bem administradas sempre comportam "um proveito econômico e social" para o país que as recebe, o que não significa que a Alemanha não se encontre diante de um grande desafio, perante o qual saberá responder e crescer, como fez durante a reunificação entre as duas Alemanhas, em 1991.

Segundo Merkel, a integração desses fluxos migratórios é uma "grande oportunidade para o amanhã", mas para alcançá-la é preciso "um conceito político global" que implique todos os segmentos, em escala nacional, europeia e internacional.

A chanceler ressaltou ainda que, além de amparar de refugiados, o país está implicado na luta contra o grupo Estado Islâmico, razão pela qual expressou seu agradecimento aos soldados que arriscam sua vida em missões como a que desenvolve a coalizão internacional na Síria.

Merkel termina sua mensagem ratificando sua convicção que "a Alemanha é um país forte", a frase que ela mesma pronunciou meses atrás e que lhe custou duras críticas entre suas próprias fileiras, já que foi responsabilizada pela chegada incessante de refugiados ao país.

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