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Economia

Para Hollande, mercado de carbono da Coreia do Sul é modelo de gestão climática

media O presidente François Hollande (centro) e a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, em Seul, 4 de novembro de 2015. Reuters/Baik Seung-Ryol/Yonhap

Depois de visitar a China na perspectiva de obter avanços para a Conferência do Clima de Paris (COP 21), o presidente francês, François Hollande, faz uma escala nesta quarta-feira (4) na Coreia do Sul, país que é considerado um modelo na gestão das mudanças climáticas.

A Coreia do Sul foi o primeiro país do mundo a inaugurar, no início deste ano, um mercado de carbono que estimula o setor produtivo a reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O país coleciona ações inovadoras nessa área. Um exemplo é a ONG sul-coreana que, apesar da rivalidade política, participa ativamente do plano de reflorestamento na Coreia do Norte.

O Fundo Verde para o Clima da ONU, criado para incentivar programas de baixa emissão de carbono nos países em desenvolvimento, tem sede nos arredores de Seul. O mecanismo é considerado fundamental na luta contra o aquecimento global e tem a ambição de captar US$ 200 bilhões até o fim de 2015.

Por causa do engajamento político ativo de Seul, Hollande conta com o governo sul-coreano para convencer outras nações emergentes a assumir compromissos na COP 21. O líder francês quer evitar um fracasso, como ocorreu na conferência de Copenhague (2009), quando na reta final das negociações os países em desenvolvimento, e principalmente a China, inviabilizaram um acordo.

Em Seul, o presidente disse que a COP 21 não tem como único objetivo fixar regras restritivas. A ideia é convencer os participantes a apostar no desenvolvimento de fontes de energia menos poluentes. Segundo Hollande, se os emergentes não se convencerem de que haverá um novo ciclo de desenvolvimento baseado em tecnologias compartilhadas entre países ricos e pobres, eles não vão aderir ao acordo.

Hollande defendeu que os países avançados prometam à Índia, quarto poluidor do planeta, recursos para financiar seu desenvolvimento com fontes renováveis. Para Hollande, o compartilhamento das tecnologias entre ricos e pobres vai definir o sucesso ou o fracasso da COP 21.

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