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Mundo

China e França iniciam discussões de acordo ambicioso sobre mudanças climáticas

media O presidente chinês, Xi Jinping, recebe o chefe de Estado francês, François Hollande REUTERS/Jason Lee

A China e a França concordaram em trabalhar para "alcançar um acordo ambicioso e juridicamente vinculativo" na COP 21, a conferência de Paris sobre as mudanças climáticas, que começa no dia 30 deste mês. Esse acordo deve ser acompanhado de mecanismos de monitoramento dos compromissos esperados, de acordo com uma declaração conjunta realizada nesta segunda-feira (2) pelos presidentes chinês e francês, Xi Jinping e François Hollande.

Esses compromissos serão alvos de uma "revisão completa a cada cinco anos", segundo a declaração emitida pelos dois presidentes, que ressaltaram a sua "determinação de trabalhar juntos" para o sucesso da conferência.

A um mês antes da abertura do evento, que deve reunir cerca de 193 países, os dois governos se pronunciaram a favor de que um acordo "reflita o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas" para limitar o aumento da temperatura global abaixo de 2°C. Eles também ressaltaram a necessidade de um "sistema de transparência melhorado para reforçar a confiança mútua".

O presidente chinês considerou que essa declaração conjunta, que engloba 21 pontos, mostra "o compromisso comum de fazer com que a conferência de Paris seja um sucesso".

O presidente Hollande estimou, por sua vez, que significava "um grande passo" para um acordo na COP 21. "Com essa declaração, apresentamos as condições que nos permitem vislumbrar um sucesso", disse ele, acrescentando que "um acordo é agora possível" em Paris.

Viagem asiática

O presidente francês chegou na manhã desta segunda-feira à cidade industrial de Chongqing, na China, para uma visita oficial de dois dias ao país. A viagem acontece como parte da preparação para a COP 21.

Acompanhado de uma delegação de cerca de 40 chefes de empresa e de vários ministros, como da Ecologia e das Finanças, Hollande visitou, na metrópole do oeste chinês, uma empresa especializada no tratamento de água, ilustrando a cooperação franco-chinesa por um crescimento verde. Chongqinq é uma das seis bases industriais do país, sobretudo nas áreas automobilística, química e petroquímica.

Depois Hollande segue para Pequim, onde participará de uma cerimônia oficial no Grande Palácio do Povo. Ele terá uma reunião bilateral com o presidente chinês sobre o clima, motivo principal da visita.

Com 25% das emissões mundiais de gás de efeito estufa, a China é o principal poluidor do planeta. Da China, Hollande segue para Coreia do Sul, país que há 15 anos não recebia a visita de um presidente francês. A França quer aumentar a parceria comercial com o pais asiático, mas a COP 21 e a situação na Coreia do Norte também estão na pauta do encontro com a presidente Park Geun-hye.

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