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Mundo

Rússia propõe ajudar oposição na Síria, mas continua ofensiva militar

media Ministro russo das Relações Exteriores Sergei Lavrov propôs o apoio de Moscou aos opositores sírios. REUTERS/Maxim Shemetov

O ministro russo da Relações Exteriores, Sergei Lavrov, anunciou neste sábado (24) que seu país está disposto a apoiar o Exército Sírio Livre, principal grupo de oposição ao regime de Damasco. Mas Moscou insiste que apenas o povo sírio deve decidir o destino do presidente Bashar al-Assad e continua a ofensiva militar no país.

Em entrevista concedida ao canal de televisão russo Rossiya 1, Lavrov disse que a Força Aérea da Rússia poderia ajudar o Exército Sírio Livre (ESL) em sua luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI). "Estamos dispostos a apoiar também a partir da via aérea a oposição patriótica, incluindo o ESL", disse o chefe da diplomacia.

O anúncio não foi levada à sério pelos representantes da oposição, que acusam a Rússia de visar os grupos rebeldes moderados desde o início de sua ofensiva aérea, no final de setembro. “Moscou bombardeia o ESL e agora quer cooperar conosco e continuar ligado a Assad ?”, se questiona o tenente-coronel Ahmad Saoud, porta-voz dos militares da oposição.

Apesar das declarações de Moscou, a ofensiva militar continua na Síria. Segundo Jihad al-Lahham, chefe do Parlamento sírio, as operações da aviação russa “começam a dar grandes resultados”. De acordo com o Observatório sírio dos direitos humanos, pelo menos 28 jihadistas do grupo Estado Islâmico e 21 combatentes rebeldes foram mortos na região de Aleppo em apenas uma batalha. A Ong também afirma que os ataques aéreos fizeram seis vítimas fatais civis, entre elas três crianças, perto de Hama, no centro do país.

Moscou quer eleições na Síria

A Rússia também pediu que as eleições presidenciais e legislativas na Síria comecem a ser preparadas. Para Lavrov, os recentes desenvolvimentos nas negociações, "nos dão esperança de que o processo político avance num futuro próximo".

Ressaltando a importância de um pleito democrático, o chefe da diplomacia russa disse que “facilitadores estrangeiros não podem decidir nada pelos sírios”. Segundo Lavrov, "o destino do presidente deve ser decidido pelo povo sírio".

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