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Mundo

Quatro novos ataques em Israel deixam sete feridos e dois mortos

media Confrontos violentos foram registrados nesta quinta-feira (8) no campo de refugiados de Chuafat, em Jerusalém Oriental. Reuters

Israel viveu nesta quinta-feira (8) mais um dia de forte tensão. Em quatro novos incidentes de violências de palestinos contra israelenses, sete pessoas ficaram feridas. Dois agressores foram mortos pela polícia. Tel Aviv anunciou que vai proibir a entrada de homens de menos de 50 anos na Esplanada das Mesquitas na grande oração muçulmana desta sexta-feira (9).

Em Tel Aviv, Thaer Abu Ghazaleh, um palestino de 19 anos de Jerusalém Oriental, feriu quatro pessoas, inclusive um soldado israelense, com uma chave de fenda, informou a polícia. Ele foi morto por um soldado.

Perto da colônia de Kiryat Arba, a leste de Hebron, na Cisjordânia, em uma área de tensões permanentes entre colonos e palestinos, um palestino esfaqueou e feriu gravemente um civil israelense, segundo o exército, que ainda está à procura do agressor.

Mais cedo, Subhi Abu Khalifa, um palestino de 19 anos do campo de refugiados de Chuafat, em Jerusalém Oriental, feriu gravemente um judeu ortodoxo israelense em Jerusalém e foi preso, de acordo com a polícia. Na parte da tarde, confrontos violentos foi registrados neste mesmo campo quando as forças israelenses tentaram invadir a casa de Khalifa. O jovem de 20 anos de idade foi morto por tiros israelenses.

Em Afula, no norte de Israel, um soldado israelense foi esfaqueado segundo a polícia e o exército. O agressor foi preso.

Redes sociais

Nas redes sociais, vídeos das agressões são difundidos em um movimento que já recebeu até hashtag: A Intifada Começou. A mobilização na internet tem um logotipo: um jovem mascarado que lança pedras com as cores da bandeira palestina. A hashtag Intifada de Jerusalém também é muito popular.

Israel pediu ao Facebook e ao YouTube que retirem vídeos violentos de suas plataformas. Representantes da rede social e do Google declararam elimariam os conteúdos agressivos, mas não comentariam os incidentes.

Desde o dia 3 de outubro, nove ataques perpretados principalmente por jovens palestinos, revoltados com a ocupação, deixaram quatro israelenses e dois palestinos mortos, além de 13 feridos.

"Onda de terrorismo"

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou no final da tarde desta quinta-feira que o país enfrenta uma "onda de terrorismo", principalmente não organizado, mas favorecido pela incitação ao ódio da parte da Autoridade Palestina, do movimento islamita Hamas e de alguns países regionais. Netanyahu, que se expressou durante uma coletiva de imprensa, prometeu agir com "determinação" contra a violência, mas reconheceu que não há "solução mágica" para combatê-la.

Na quarta-feira, três ataques semelhantes fizeram com que Netanyahu pedisse aos israelenses que se mantivessem em "alerta máximo".

Esplanada das Mesquitas

Israel voltou a proibir o acesso à Esplanada das Mesquitas em Jerusalém aos homens com menos de 50 anos durante a grande orações muçulmana desta sexta-feira (9), informou a polícia. Tais restrições de idade, regularmente promulgadas em momentos de tensão, são concebidas como uma tentativa de reduzir o risco de confrontos nas imediações do local, terceiro lugar mais sagrado do Islã.

Em meio à tensão, Tel Aviv começou a instalar detectores de metais na Cidade Velha de Jerusalém, importante centro religioso e turístico. Normalmente muito movimentadas, as ruas da parte palestina de Jerusalém, anexada e ocupada por Israel, eram ocupadas nesta quinta-feira por centenas de policiais e apenas alguns turistas e peregrinos.

(Com informações da AFP)

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