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Mundo

ONU chega a acordo para formar governo de coalizão na Líbia

media O enviado especial da ONU para a Líbia, Bernardino León, durante uma entrevista coletiva em setembro de 2015, na cidade de Skhirat. AFP PHOTO / FADEL SENNA

O enviado das Nações Unidas à Líbia, Bernardino León, anunciou na madrugada desta sexta-feira (9) ter chegado a um acordo para a formação de um governo líbio de unidade nacional. A ONU propôs nomes para os cargos de primeiro-ministro e de vice-ministros que farão parte de um governo de coalizão envolvendo dois grupos políticos rivais.

Para o cargo de premiê foi indicado Fayez el Sarraj, de 55 anos, considerado próximo do Congresso Geral Nacional, o parlamento líbio baseado na capital, Trípoli. Três nomes foram propostos para os cargos de vice-primeiros-ministros: Ahmad Meitig, Fathi el-Mejbri e Moussa el-Koni. Essa composição é resultado de intensas negociações que envolveram 150 personalidades líbias, representando todas as regiões do país.

Foram escolhidos também nomes dos cinco membros do Conselho Presidencial, do qual faz parte Fayez el Sarraj. O Conselho será dirigido por personalidades independentes.

O anúncio da formação de um governo de união nacional foi feito pelo diplomata espanhol durante uma entrevista coletiva em Skhirat, no Marrocos, onde aconteceram as negociações desde o mês de março. Segundo Bernardino León, os nomes indicados para compor o governo deverão ser aprovados pelo Conselho Presidencial.

Aprovação rápida

Quase quatro anos após a queda do regime de Muammar Kadhafi, a Líbia segue atolada no caos, com dois parlamentos e dois governos: o Congresso Geral Nacional, controlado pela coalizão de milícias Fajr Libya, com sede em Trípoli, e o Parlamento em Tobruk, reconhecido pela comunidade internacional.

Ao celebrar o acordo, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu que "os dois grupos rivais que participaram do diálogo político aprovem as propostas da ONU sem demora".

Em nota oficial, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, celebrou este acordo, "em um momento crucial da história" da Líbia. O compromisso responde "às aspirações de paz e de prosperidade do povo líbio", segundo Mogherini. A União Europeia está disposta a oferecer apoio político ao novo governo líbio e uma ajuda financeira de € 100 milhões.
 

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