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Mundo

Acordo com Irã é "erro histórico", diz Netanyahu

media O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. REUTERS/Abir Sultan/Pool

O acordo assinado nesta terça-feira (14) entre o Irã e as grandes potências (Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China mais a Alemanha) sobre o programa nuclear da República Islâmica "é um erro histórico e Israel fará tudo o que estiver ao seu alcance para impedir que ele seja ratificado", disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

"O Irã vai obter um salvo-conduto para obter armas nucleares. Muitas das restrições impostas para impedir a compra de armas serão suspensas", disse Netanyahu antes de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores holandês, Bert Koenders.

"O acordo é um 'jackpot' para o Irã, que ganhará bilhões de dólares que lhe permitirão continuar a atacar e aterrorizar a região e o mundo. É um grave erro de conseqüências históricas", afirmou o chefe do governo israelense.

Quase dois anos de negociações

Após 21 meses de negociações, as grandes potências e o Irã finalizaram hoje um acordo sobre o programa nuclear iraniano. O compromisso estabelece parâmetros para as atividades atômicas iranianas em troca de um levantamento gradual das sanções econômicas impostas pelos ocidentais a Teerã.

Pelos termos do acordo, o Irã fica definitivamente impedido de produzir a bomba atômica. O texto autoriza o Irã a dar continuidade a seu programa nuclear civil, mas as Nações Unidas manterão o embargo às importações de armas por Teerã por um período de cinco anos. O governo iraniano também fica proibido de comprar mísseis balísticos de outros países por um período de oito anos.

As sanções econômicas ao país são suspensas, mas uma cláusula prevê que, em caso de descumprimento do acordo por Teerã, as Nações Unidas poderão restabelecer as sanções.

Para entrar em vigor, o Congresso americano ainda precisa aprovar o acordo que é uma das prioridades do governo de Barack Obama.

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