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Mundo

EUA dão apoio indireto a Al-Qaeda bombardeando grupo EI na Síria

media Cratera provocada por ataque aéreo na cidade de Aleppo REUTERS/Abdalrhman Ismail

A coalizão comandada pelos Estados Unidos bombardeou o grupo Estado Islâmico (EI) no norte da Síria. Essa é a primeira vez que os americanos dão suporte aéreo a grupos não-curdos na Síria. Esses bombardeios deixaram 20 feridos e oito mortos - entre eles um dirigente jihadista - e podem ser interpretados como um apoio aos rebeldes, que têm em suas fileiras combatentes da frente al-Nusra, braço sírio da Al-Qaeda.

Ou seja, para impedir a progressão jihadista rumo à Turquia, os Estados Unidos colaboram indiretamente com a Al-Qaeda. O alvo teriam sido posições jihadistas na província de Aleppo. Para especialistas, esta iniciativa demonstra o pragmatismo dos norte-americanos, que consideram que a frente al-Nusra é apenas uma pequena parcela do amálgama de forças que enfrentam Bashar al-Assad de um lado e a organização extremista do outro.

Mesmo assim, o grupo está na lista de organizações classificadas como terroristas por Washington. No Twitter, simpatizantes do grupo Estado Islâmico expressaram sua surpresa e passaram a acusar os rebeldes de serem espiões dos Estados Unidos e colaborarem com a coalizão.

Apesar de ambas serem organizações jihadistas, a Al-Nusra e o EI são rivais declarados. O segundo grupo busca expandir seu autodeclarado califado a partir de seus territórios na Síria e no Iraque. E o primeiro é fiel ao chefe da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, mas tem mantido sua atuação restrita à Síria, onde luta ao lado de grupos islâmicos conservadores.

Jihadistas expulsos de Hassaka

Em outro front do conflito, no nordeste, o exército sírio expulsou os jihadistas da entrada da cidade estratégica de Hasaka. Os combates deixaram ao menos 119 mortos: 71 soldados e milicianos leais a Al-Assad e 48 combatentes do grupo Estado Islâmico, incluindo 11 suicidas que atiraram carros bomba contra posições do regime. Uma eventual queda de Hasaka daria à organização o controle de uma segunda capital provincial depois de Raqa (norte).

 

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