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Mundo

Assad conta com combatentes estrangeiros para defender Damasco de jihadistas

media Membros da Defesa Civil apagam um incêndio provocado pela explosão de uma bomba atirada pelas forças pró-governo al-Assad, em al-Naaman, na província de Idlib. REUTERS/Khalil Ashawi

Os aliados do presidente sírio, Bashar al-Assad, se organizam para evitar a queda de Damasco nas mãos de grupos rebeldes jihadistas. Na semana passada, o chefe da Frente Al-Nusra, braço sírio da Al Qaeda, disse que a próxima ofensiva do grupo seria contra a capital.

Sete mil voluntários xiitas do Irã, Iraque, Líbano e até do Afeganistão chegaram nos últimos dias à Síria, por via aérea, para ajudar na defesa de Damasco. Outros 3 mil combatentes estrangeiros são aguardados pelo exército do presidente Bashar al- Assad.

Acuado pelas recentes derrotas, o regime tem largado barris de explosivos sobre as províncias de Aleppo e Idleb. Segundo novo balanço do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, 37 sírios, incluindo dez crianças, morreram nesses bombardeios.

Avanço do Estado Islâmico

Frente a um exército sírio enfraquecido, o grupo Estado Islâmico também amplia suas conquistas territoriais e tenta agora se apoderar da cidade de Hassak, capital de uma província da região nordeste. Os radicais estão a apenas 500 metros da cidade. Se Hassak for tomada pelos extremistas, será a segunda capital regional na Síria sob o controle do Estado Islâmico, depois de Raqa.

Nesta quarta-feira, os bombardeios da coalizão internacional destruíram um importante local de fabricação de carros-bomba no Iraque. O êxodo de civis sírios segue intenso. Segundo a ONG Human Rights Watch, ao menos mil refugiados sírios estão bloqueados no deserto entre a Síria e a Jordânia, depois que o governo jordaniano fechou as fronteiras às famílias que fogem da guerra civil.
 

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