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Mundo

Ex-premiê de Israel Ehud Olmert é condenado por corrupção

media O ex-premiê Ehud Olmert no Tribunal de Justiça de Jerusalém em 25 de maio de 2015. REUTERS/Heidi Levine/Pool

Um tribunal de Jerusalém condenou nesta segunda-feira (25) o ex-primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, a oito meses de prisão fechada por corrupção. Seus advogados recorreram da sentença. O político já foi condenado em outro processo, em 2012, que está sendo analisado pela Corte Suprema de Israel.

 

Figura central da cena política israelense, Ehud Olmert foi chefe de Governo entre 2006 e 2007. Aos 69 anos, este é o segundo processo por corrupção contra ele, que já foi condenado em um outro caso similar, que está sendo examinado pela Corte Suprema do país.

A acusação

Olmert foi considerado culpado em 30 de março passado por ter recebido e escondido envelopes contendo cerca de US$600 mil dólares enviados pelo empresário norte-americano e rabino ortodoxo Morris Talansky, da área de consultoria em investimentos e empreendimentos imobiliários. Desse total, Olmert teria utilizado de forma fraudulenta ao menos US$150 mil. Os fatos ocorreram nos anos 90 e no início do ano 2000, quando o político era ministro do Comércio e da Indústria. Ele foi inocentado inicialmente, mas o processo foi reaberto quando sua ex-secretária e braço direito, Shula Zaken, revelou a existência de gravações comprometedoras de conversas entre ela e Ehud Olmert.

Os juízes encarregados do caso consideram que o ex-premiê merece uma pena de prisão fechada, com o seguinte argumento: "Um homem público, um ministro, que recebe dinheiro líquido em dólares e os guarda em uma caixa secreta, usando-os para fins pessoais, comete um delito que afeta a confiança da população no serviço público". Mesmo assim, a pena de oito meses é considerada leve pelo fato de o tribunal reconhecer a contribuição de Olmert ao país", um dos argumentos da defesa.

Segundo processo

Em 2012, Ehud Olmert foi considerado culpado em outro caso de corrupção conhecido como "Centro de Investimento" e que atualmente está sendo analisado pela Suprema Corte de Israel. Ele favoreceu um centro de investimento quando era ministro do Comércio e da Indústria, entre os anos de 2003 e 2006, fornecendo empréstimos e garantias oficiais em benefício das sociedades administradas pelo seu ex-sócio em um escritório de advocacia, Ouri Messer.

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