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Mundo

Barco com 300 migrantes de Mianmar pede ajuda na costa da Tailândia

media Barco com migrantes recebe ajuda de um pesqueiro Reuters

Um barco com 300 migrantes vindos de Mianmar (sul da Ásia) e que estava à deriva nas proximidades da costa da Tailândia lançou um pedido de socorro nesta quinta-feira (14). Os migrantes são rohingyas, uma minoria étnica muçulmana, discriminada e perseguida por décadas no país.

"Uma dezena de pessoas morreu durante a viagem. Jogamos seus corpos na água", gritou um dos migrantes aos jornalistas que estavam a bordo de um barco na região. "Somos 300. Estamos no mar há dois meses. Queremos ir para a Malásia", completou o homem, cercado por dezenas de mulheres e crianças. Os clandestinos prepararam uma faixa com a frase "Somos rohingyas de Mianmar" e usaram uma lona para se proteger do sol.

Milhares de migrantes à deriva

Segundo as organizações internacionais, milhares de migrantes navegam à deriva há vários dias. Eles foram abandonados pelos traficantes após a adoção de uma nova política repressiva na Tailândia. O país é considerado uma via de passagem habitual das redes clandestinas no sudeste asiático.

Nesta quinta-feira, a Malásia obrigou dois barcos, com mais de 600 migrantes a bordo que tentavam chegar às costas do país, a retornar. Os barcos foram interceptados nas costas das ilhas malaias de Penang e Langkawi e receberam o aviso de que não poderiam se aproximar.

Malásia e Indonésia anunciaram a intenção de rejeitar a entrada dos barcos com migrantes procedentes de Mianmar e Bangladesh, depois resgataram 2.000 pessoas à deriva no início da semana. A ONU criticou a decisão dos governos dos dois países.

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