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Mundo

Ex-presidente Mursi é condenado a 20 anos de prisão no Egito

media O ex-presidente do Egito, Mohamed Mursi foi condenado a 20 anos de prisão. Foto de arquivo do 13/07/2012. REUTERS/Amr Dalsh/Files FROM THE FILES PACKAGE 'MURSI

O ex-presidente islâmico Mohamed Mursi foi condenado a 20 anos de prisão por seu envolvimento na prisão e tortura de manifestantes quando estava no poder, em dezembro de 2012. O veredicto foi anunciado na manhã desta terça-feira (20) pela justiça egípcia. Outros 12 integrantes da Irmandade Muçulmana, que também eram julgados no processo, foram condenados à mesma pena.

Essa foi a primeira condenação de Mohamed Mursi, desde que ele foi destituído pelo exército, em julho de 2013. O tribunal, no entanto, decidiu inocentar o líder islâmico das acusações de assassinato de dois manifestantes e de um jornalista durante uma manifestação diante do palácio presidencial em 2012, que poderia levá-lo à pena de morte.

A audiência foi transmitida ao vivo pela televisão egípcia. Os promotores acusaram Mursi de ter estimulado, juntamente com os outros líderes da Irmandade Muçulmana, as violências que levaram à morte dos manifestantes. O ex-presidente, eleito democraticamente em junho de 2012, rejeitou todas as acusações e considerou sua destituição um golpe de estado. Ele pode recorrer da sentença de hoje.

Outros julgamentos

Este é apenas um dos processos contra Mohamed Mursi no Egito. O ex-presidente também é acusado de ter organizado a fuga coletiva de detentos de uma prisão do Cairo, que resultou no sequestro e morte de guardas penitenciários.

Mursi ainda é suspeito de ter conspirado com o grupo radical palestino Hamas e com o Hezbollah libanês para promover ataques na região do Sinai, após sua saída do poder. Por fim, ele teria divulgado segredos de Estado ao Catar quando estava na presidência no Egito.
 

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