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Mundo

Dois oficiais iranianos teriam sido capturados em dia de combates intensos no Iêmen

media Milicianos xiitas Houthi contam com apoio dos iranianos. AFP PHOTO / MOHAMMED HUWAIS

Em um sábado (11) que teve 11 ataques aéreos da coalizão internacional no sul do Iêmen, dois oficiais iranianos teriam sido capturados por milicianos fieis ao presidente Abd Rabo Mansour Hadi. Eles acusam os iranianos de apoiarem os xiitas Houthis, grupo que tenta desde janeiro desestabilizar o país.

Os combatentes afirmam ter realizado as prisões em bairros diferentes da cidade de Aden. Os oficiais seriam um coronel e um capitão. Uma investigação inicial revelou que eles fazem parte da Força Qods, grupo que zela pela revolução islâmica do Irã e está sob a autoridade do departamento de segurança e informação iraniano comandado pelo general Qasem Soleimani.

Os milicianos, que tentam restaurar a ordem e o mandato do presidente Abd Rabo Mansour Hadi, que foi deposto pelos rebeldes Houthis em janeiro, afirmam que entregarão os prisioneiros à coalizão dirigida pela Arábia Saudita.

O Irã reconhece que está ajudando os milicianos xiitas houthis em seus combates contra os apoiadores do governo com informação e estratégia, mas sempre negou fornecer armas ao grupo rebelde. Teerã não confirmou a captura de seus dois oficiais.

"Situação catastrófica"

Pelo menos 42 pessoas morreram desde ontem nos arredores de Aden durante os ataques da coalizão liderada pela Arábia Saudita em apoio governo do Iêmen. Três vítimas eram civis. A Cruz Vermelha entregou neste sábado uma segunda leva de ajuda humanitária para as vítimas do conflito.

Os bombardeios contra os opositores do presidente exilado Abd Rabo Mansour Hadi já duram duas semanas e levaram as Nações Unidas a pedir o fim imediato da violência. O coordenador humanitário da ONU no Iêmen, Johannes Van Der Klaauw, disse que “a situação em Aden é muito preocupante, quase catastrófica”. O conflito já deixou 650 mortos e 2 mil feridos.
 

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