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Mundo

Coalizão liderada pela Arábia Saudita ataca rebeldes xiitas no Iêmen

media Arábia Saudita lançou operação militar no Iêmen contra os rebeldes hutis REUTERS/Khaled Abdullah

A Arábia Saudita formou uma coalizão com os países do Golfo Pérsico e lançou ataques aéreos na noite da quarta-feira (25) contra os rebeldes xiitas hutis no Iêmen, que lutam contra o governo do presidente Abd Rabbo Mansour Had. A ofensiva dos aliados acontece como resposta ao ataque realizado ontem pelos rebeldes contra cidade de Aden, no sul do país, onde o presidente se refugiou após a tomada da capital Sana em setembro do ano passado.

Com a ajuda dos vizinhos do Golfo Pérsico, as forças leais ao líder iemenita conseguiram retomar o Aeroporto Internacional de Aden, que havia sido invadido ontem pelos militares da 39ª brigada, aliados dos rebeldes hutis.

Coalizão inclui países africanos

A Arábia Saudita mobilizou 150 mil militares e dez aviões de combate, os Emirados Árabes Unidos entraram com 30 aviões de combate, o Bahrein e o Kuwait com 15 aparelhos cada um e o Catar com dez, segundo o canal de TV saudita Al-Arabiya. Além desses países, que são vizinhos do Iêmen, a operação militar mobiliza outras nações, como o Egito, a Jordânia, o Sudão, o Paquistão e o Marrocos. Os Estados Unidos, que são aliados do presidente iemenita na luta contra o grupo terrorista Al-Qaeda, anunciaram um apoio logístico à coalizão. Já o Irã, que apóia os rebeldes, acusou a coalizão de "movimento perigoso".

A Arábia Saudita suspendeu o tráfico aéreo nos aeroportos do sul do país, na zona fronteiriça com o Iêmen. Segundo um comunicado da Autoridade de Aviação Civil, essa medida se aplica a sete aeroportos e ficará em vigor até "nova ordem".

Apoio da França

A França expressou nesta quinta-feira seu apoio ao presidente iemenita Abd Rabbo Mansour Hadi e condenou as ofensivas dos rebeldes xiitas hutis e "aqueles que os apóiam". "Operações militares foram conduzidas na noite passada por vários países da região em resposta aos pedidos das autoridades legítimas do Iêmen", afirmou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores francês.
 

 
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