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Mundo

Egito retalia grupo Estado Islâmico com ataques na Líbia

media Aviões Rafale da França vão reforçar combate do Egito contra o grupo Estado Islâmico. REUTERS/Charles Platiau

A aviação do Egito bombardeou nesta manhã (16), posições do grupo Estado Islâmico na Líbia, em represália à decapitação de 21 cristãos coptas pelos jihadistas no fim de semana. Logo após a divulgação do vídeo com as imagens das execuções, o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, reuniu o Conselho de Defesa e prometeu vingar as mortes, além de punir os assassinos.

Em comunicado oficial, as Forças Armadas egípcias afirmam que os bombardeios desta manhã visaram campos de treinamento terroristas e depósitos de armas do grupo Estado Islâmico na Líbia. O país decretou sete dias de luto oficial pela morte dos coptas. A França e o Egito pedem uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU para avaliar a estratégia contra os jihadistas.

O Egito reforça sua defesa para enfrentar grupos radicais que ameaçam o país em duas frentes: a leste, com a ação de extremistas associados ao Estado Islâmico na península do Sinai, e a oeste, na fronteira com a Líbia.

Caças Rafale

O governo egípcio assina hoje o contrato de compra de 24 caças Rafale, de uma fragata e de mísseis ar-solo vendidos pela França. O ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian, que estará no Cairo para a assinatura do contrato declarou que com esses armamentos o Egito vai melhorar a segurança no canal de Suez e ganhar eficiência no combate aos jihadistas do grupo Estado Islâmico.
 

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