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Mundo

Liberdade de imprensa sofreu "regressão brutal" em 2014, diz ONG

media Dificuldades em coberturas de manifestações aumentaram. jornalistas.org.br/Rodrigo Paiva

A liberdade de imprensa sofreu uma regressão brutal em 2014. Esta é a conclusão da classificação anual da ONG Repórteres Sem Fronteiras, divulgada hoje. Dois terços dos 180 países avaliados pela ONG tiveram resultados piores do que no ano passado. Diversos fatores colaboraram para dificultar o trabalho dos jornalistas, mas o principal foi a ação de grupos extremistas, como o Boko Haram e o Estado Islâmico.

A Síria, país afetado pela guerra entre a coalizão internacional e os extremistas, é considerado hoje o país mais perigoso do mundo para jornalistas, mas ocupa a posição 177 do ranking – que leva em conta ainda fatores como legislação, a pluralidade e a independência dos veículos de comunicação.

No cálculo global, levando em conta todos os critérios, a liberdade imprensa em geral é ainda menor no Turcomenistão (178), na Coreia do Norte (179) e na Eritreia (180). A China, controlada com mão de ferro pelo Partido Comunista, está apenas uma posição antes da Síria.

Brasil melhorando

Já o Brasil melhorou na classificação da Repórteres Sem Fronteiras e cedeu ao México o título de país mais perigoso da América Latina para jornalistas. O Brasil passou da posição 111 para 99 no ranking, influenciado pela adoção do Marco Civil da Internet, que é considerado pioneiro na proteção dos direitos civis.

A ONG alertou, no entanto, que a repressão a manifestações na América Latina é um problema crescente que acaba dificultando a cobertura da mídia, tanto no Brasil quanto em outros países, como a Venezuela (137).

Na ponta de cima do ranking, entre os países com maior liberdade de imprensa, estão três nórdicos: a Finlândia, a Dinamarca e a Noruega. Na África, apesar da melhora significativa na Costa do Marfim – que subiu 15 posições no ranking –, a maioria dos países segue entre os piores na avaliação da Repórteres Sem Fronteiras.

Entre os europeus, a Bulgária é o país com menor liberdade de imprensa. A França ficou na 38ª posição – subindo um degrau –, já que os dados se referem a 2014 e não levam em conta o atentado à redação da publicação Charlie Hebdo.
 

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