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Mundo

Líderes europeus se reúnem em Minsk para tentar colocar fim à guerra na Ucrânia

media Membros do exército ucraniano perto de Debaltseve, no oeste da Ucrânia. REUTERS/Gleb Garanich

O presidente francês François Hollande e a chanceler alemã Angela Merkel se encontram nesta quarta-feira (11) em Minsk com o chefe de Estado russo Vladimir Putin e o ucraniano, Petro Porochenko, para discutir uma saída definitiva para a crise na Ucrânia.O encontro está sendo considerado pela França como a “última chance” para solucionar o conflito, que já dura dez meses e se intensificou no início ano.

Os detalhes desse novo plano de paz proposto pela França e a Alemanha, discutido na quinta-feira passada com a Rússia e a Ucrânia, não foram divulgados. Os diplomatas dos quatro países passaram os últimos dias elaborando o texto que servirá de base para as negociações dessa quarta-feira à noite em Belarus. A discussão promete ser acirrada. Existem vários pontos de divergência, a começar pelo cessar-fogo, a questão considerada mais urgente.

Concretamente, os rebeldes pró-russos e Moscou exigem a retirada das tropas ucranianas dos territórios separatistas, além da retomada do financiamento público para a região, interrompido em novembro. Já a Ucrânia exige que o cessar-fogo seja acompanhado do fechamento de 400 quilômetros da fronteira russa-ucraniana, que nos últimos quatro anos está sob controle separatista. A ideia é colocar observadores da OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa) do lado russo da fronteira. A Rússia afirma que Kiev deve negociar esse ponto diretamente com os rebeldes.

O governo ucraniano também não reconhece a linha estabelecida no front pelos separatistas durante as negociações do acordo de paz em setembro. O problema é que os separatistas já conquistaram, desde então, mais de 500 quilômetros quadrados extras que eles não pretendem renunciar. A Ucrânia estaria disposta a retirar seu armamento pesado da área, no intuito de criar uma zona desmilitarizada mais ampla.

Regiões separatistas

Os russos ainda exigem mais autonomia para as áreas que estão sob controle rebelde, com a previsão de eleições para governadores regionais. O objetivo é legitimar a "presidência" de Alexandre Zakhartchenko e Igor Plotnitski, em Donetsk e Lougansk, eleitos em novembro –mesmo que o pleito não tenha sido reconhecido pelos ocidentais. Esta opção é inaceitável para Kiev. A troca de prisioneiros é um dos únicos pontos onde há consenso: ucranianos e separatistas concordam com a troca massiva de prisioneiros, mas o problema é que as duas listas não coincidem.

As negociações acontecem em um momento particularmente tenso: os combates entre os rebeldes e as tropas do governo se intensificaram desde o início do ano no leste do país e só nas últimas 24 horas 46 pessoas morreram, entre soldados e civis.

 

 

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