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Mundo

Separatistas pró-russos reivindicam o controle de cidade estratégica na Ucrânia

media O representante da república separatista de Donetsk, Denis Pushilin (d), fala com a imprensa após reunião do grupo de contato sobre a crise ucraniana em Minsk. REUTERS/Vasily Fedosenko

Os combates se intensificam no leste da Ucrânia a poucas horas do encontro de cúpula previsto nesta quarta-feira (11) entre os líderes da Ucrânia, Rússia, França e Alemanha. O objetivo da reunião é concluir um acordo de paz entre o leste separatista, Moscou e Kiev. Um cessar-fogo teria sido obtido nas discussões do grupo de contato que acerta detalhes do documento. Mas os separatistas pró-russos afirmam ter tomado o controle de Debaltseve, uma cidade estratégica nas ambições do Kremlin.

Poucas horas antes da reunião de cúpula internacional para discutir crise na Ucrânia, prevista para esta quarta-feira (11) em Minsk, um novo cessar-fogo foi anunciado entre as forças de Kiev e os separatistas pró-russos, que se enfrentam no leste ucraniano. A informação é da agência de notícias russa Tass.

O cessar-fogo teria sido selado na capital do Belarus pelo chamado grupo de contato sobre a Ucrânia, formado por representantes de Kiev e dos separatistas, além de membros da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE). O acordo também contaria com um plano de retirada da artilharia pesada do leste ucraniano. Ainda segundo a agência de notícias Tass, as discussões continuam sobre a situação das regiões separatistas de Donetsk e de Lugansk, além da realização de eleições locais.

As delegações oficiais de Kiev e Moscou reunidas em Minsk não confirmaram a informação do cessar-fogo. Em entrevista ao canal de televisão local Rossiya24, Denis Pushilin, enviado dos rebeldes ucranianos à capital do Belarus, disse que ainda é cedo demais para falar de um acordo.

Se for confirmado, esse não será o primeiro cessar-fogo anunciado entre os separatistas e as forças de Kiev. Mas desta vez ele é lançado poucas horas antes de uma reunião internacional sobre a situação ucraniana, que é apontada como decisiva. A cúpula realizada em Minsk nesta quarta-feira deve contar com a presença dos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da Ucrânia, Petro Poroshenko, da França, François Hollande, e a chanceler alemã Angela Merkel.

Obama discute crise ucraniana com Putin

Em conversa telefônica na noite desta terça-feira (10), Barack Obama pediu que Putin aproveite a cúpula de Minsk para contribuir para o fim do conflito. O presidente norte-americano reafirmou que Washington defende a soberania da Ucrânia e pediu que Moscou cesse o seu apoio aos rebeldes ucranianos.

“Se a Rússia continuar seus atos agressivos, principalmente com o envio de tropas e de armas, além de colaborar financeiramente com os separatistas, o preço a pagar será mais elevado para ela”, informou a Casa Branca.

Pelo menos 15 civis e militares foram mortos nesta terça-feira vítimas de bombardeios em Kramosrsk. A cidade do leste ucraniano acolhe a sede da administração regional pró-Kiev. Mais de 60 pessoas ficaram feridas no episódio.

O conflito entre o exército e os separatistas já dura dez meses e fez mais de cinco mil mortos.

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