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Mundo

Jordânia promete “fazer de tudo” para salvar refém detido pelo EI

media Parentes do piloto jordaniano Maaz al-Kaseasbeh protestam diante do Palácio Real em Amã. REUTERS/Muhammad Hamed

Depois do assassinato do refém japonês Kenji Goto, a Jordânia disse estar empenhada em salvar a vida do piloto jordaniano Maaz al-Kaseasbeh que também foi seqüestrado pelos extremistas do grupo Estado Islâmico. Os jihadistas exigem a liberdade da terrorista iraquiana Sajida al Rishawi em troca da libertação do piloto jordaniano.

O governo jordaniano promete usar todos os meios para libertar o piloto Maaz al-Kaseasbeh que foi capturado pelo grupo Estado Islâmico. Em comunicado oficial, as autoridades jordanianas afirmam que “todos os órgãos do Estado estão mobilizados para obter uma prova de vida [do refém], a fim de assegurar o seu retorno para o país”. Há vários dias, a Jordânia exige evidências de que o piloto está vivo para poder levar adiante as negociações.

Em declarações à agência AFP, Safi al-Kassasbeh, pai do piloto, disse ser solidário com a dor da família do jornalista japonês decapitado pelo grupo Estado Islâmico. Ele disse ainda que mantém a esperança de que seu filho esteja vivo. “Maaz é nosso filho e também é um filho do exército. O Estado jordaniano é responsável pela sua vida. Espero que ele esteja vivo”.

Kassasbeh foi capturado em dezembro do ano passado após um acidente com o caça F-16 que ele pilotava. O exército jordaniano também participa da coalizão internacional que ataca posições do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

Quanto à Sajida al Rishawi, a prisioneira iraquiana que pode servir de moeda de troca, ela foi condenada por envolvimento em uma série de atentados que deixaram 60 mortos em 2005.

Governo japonês diz estar “ultrajado” após assassinato de jornalista

“Esse foi um ato ignóbil. Estou furioso”, disse o premiê japonês Shinzo Abe. “Nunca perdoaremos os terroristas”, enfatizou. “O Japão está decidido a se comprometer firmemente com a comunidade internacional para combater o terrorismo."

Neste sábado (31), o grupo Estado Islâmico divulgou um vídeo com imagens do assassinato de Kenji Goto, de 47 anos. O jornalista japonês aparece com um macacão laranja e encapuzado. Ao lado dele, vê-se um membro do grupo terrorista vestido de preto com uma faca apontada para o seu pescoço. O homem culpa as autoridades japonesas pela morte do refém.

Segundo a rede de televisão CNN, a gravação de 1 minuto e 7 segundos foi divulgada pelo canal Al Furqan Media, que é próximo dos terroristas.

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