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Mundo

Grupo Estado Islâmico executou quase 2 mil pessoas em seis meses

media Integrantes do grupo Estado Islâmico desfilam nas ruas da província síria de Raqa, em foto do dia 30 de junho de 2014. REUTERS/Stringer

De acordo com um relatório divulgado neste domingo (28) pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), o grupo ultrarradical Estado Islâmico executou 1.878 pessoas na Síria nos últimos seis meses. Segundo a organização, a maioria das vítimas são civis.

O relatório informa que, desde que os jihadistas anunciaram a instituição de seu califado em uma região entre a Síria e o Iraque, no dia 28 de junho deste ano, 1.878 pessoas foram abatidas a balas, decapitadas ou apedrejadas até a morte nas províncias de Deir Ezzor (no leste), Hassaka (nordeste), Raqa e Aleppo (norte) e Homs e Hama (no centro).

Entre as vítimas executadas pelos extremistas, 1.175 eram civis. Quatro eram crianças e oito eram mulheres. As execuções incluem 930 membros da tribo sunita de Cheitaat, do leste da Síria, que se rebelou e enfrentou os jihadistas logo que eles anunciaram o califado.

Além dos civis, o grupo ultrarradical também executou 502 soldados sírios e 80 integrantes da rebelião que combate o regime de Bashar al-Assad e da Frente Al-Nosra, braço sírio da Al-Qaeda. Outras vítimas dos jihadistas foram 120 membros do próprio grupo Estado Islâmico que tentaram fugir para voltar para seus países de origem.

Barbárie extrema

O OSDH ressalta, no entanto, que esse número de pessoas executadas pelos ultrarradicais é muito maior, já que várias vítimas são dadas como “desaparecidas” depois de serem apreendidas pelos radicais.

Para a organização, a barbárie extrema aterroriza civis e evita que grupos rebeldes queiram combater os jihadistas do grupo Estado Islâmico, mas também atrai milhares de fãs, em todo o mundo, que abandonam seus países e famílias para lutar ao lado dos extremistas.

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