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Mundo

Cerimônias lembram 10 anos de tsunami devastador na Ásia

media Estudantes indonésios se preparam para as celebrações dos 10 anos da tragédia, que matou mais de 226 mil pessoas na costa do oceano Índico. REUTERS/Beawiharta

Orações e muita emoção de familiares e sobreviventes marcaram o início das cerimônias para lembrar os 10 anos do tsunami devastador que deixou pelo menos 220 mil mortos ou desaparecidos. O fenômeno ocorreu no oceano Índico e atingiu 14 países. No dia 26 de dezembro de 2004, às 7h58 pelo horário local, um terremoto de 9,3 pontos na escala Richter - o mais intenso desde 1960 – ocorreu nos arredores da ilha de Sumatra, na Indonésia, e provocou ondas gigantescas que invadiram o litoral de diversos países da Ásia e até da África.

Entre as milhares de vítimas, estavam turistas que passavam as festas de final de ano em praias paradisíacas da região.

Nesta sexta-feira (26), um coral cantou o hino nacional da Indonésia, dando início às celebrações oficiais em um parque em Banda Aceh, cidade mais próxima do epicentro do tremor de terra. Diante de 7 mil pessoas, o vice-presidente indonésio, Jusuf Kalla, lembrou que milhares de corpos foram espalhados no local devido a ondas, que chegaram a 35 metros de altura.

Valas comuns

Muitos se emocionaram ao lembrar da tragédia; alguns aproveitaram para visitar as valas comuns onde foram enterradas milhares de mortos. A Indonésia, o país mais atingido pela tragédia, teve mais de 170 mil vítimas.

"O tsunami provocou uma tristeza profunda aos habitantes de Achem, que perderam seus entes queridos", declarou o governador da província, Zaini Abdulah, diante da multidão reunida na mesquita de Baiturrahman, um dos poucos prédios que resistiu ao abalo do terremoto. Ele agradeceu aos indonésios e à comunidade internacional pela ajuda, que permitiu à cidade "voltar a se levantar".

No sul da Tailândia, onde metade dos 5,3 mil mortos eram turistas estrangeiros, dezenas de pessoas se reuniram em um parque na cidade de Ban Nam Khem. No início da cerimônia, sobreviventes relembraram as cenas de horror após as ondas que arrastaram tudo, de pessoas a carros a casas.

Europa também lembra vítimas

Países europeus, de onde vinham 1,7 mil mortos, também lembram da tragédia nesta sexta-feira. A Suécia perdeu 543 cidadãos na catástrofe. A família real sueca e familiares das vítimas vão assistir uma celebração religiosa na catedral de Uppsala, perto da capital, Estocolmo.

A tragédia desencadeou uma grande corrente mundial de solidariedade. Mais de US$ 13 bilhões foram enviados para ajudar os sobreviventes e a reconstrução das cidades.

Depois do drama, um sistema de alerta ao tsunami entrou em operação em diversos países da região, mas especialistas alertam que as populações locais precisam reforçar a vigilância para enfrentar catástrofes naturais.

 

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