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Mundo

Obama confirma decapitação de terceiro americano pelo grupo Estado Islâmico

media Abdul-Rahman "Peter" Kassig, em foto tirada durante a entrega de ajuda humanitária em maio de 2013. REUTERS/Kassig Family/Handout

O presidente norte-americano Barack Obama confirmou no final da tarde deste domingo (16) a morte de seu conterrâneo Peter Kassig – o terceiro refém americano decapitado pelo grupo ultra-radical Estado Islâmico na Síria. O vídeo com as cenas do assassinato foi divulgado pela manhã. Obama chamou o crime de “um ato de pura maldade”.

“Ele foi tirado de nós em um ato de pura maldade por um grupo terrorista que o mundo está corretamente associando à desumanidade”, disse Obama, em um pronunciamento a bordo do avião Air Force One enquanto retornava de seu tour pela Ásia.

O vídeo postado na internet mostrava a decapitação de Kassig e outros 18 homens descritos como militares sírios. O americano de 26 anos – que passou a ser chamado Abdul-Rahman após se converter ao islamismo – foi capturado em 2013 e aparecia sendo ameaçado no vídeo da decapitação do britânico Alan Henning.

“Assim como Jim Foley e Steven Sotloff, sua vida vida e ações estão em completo contraste com tudo o que o grupo Estado Islâmico representa”, afirmou Obama, lembrando os outros dois norte-americanos decapitados anteriormente e se referindo ao trabalho de Kassig, que era de assistente social ao povo da Síria.

EUA vão dobrar presença militar no Iraque

Kassig fundou um grupo de ajuda que treinou 150 civis para prover assistência médica aos sírios. O grupo também forneceu comida, utensílios de cozinha, roupas e remédios. “Enquanto o grupo Estado Islâmico deleita-se com a matança de inocentes, incluindo muçulmanos, e se dedica a semear morte e destruição, Abdul-Rahman era um humanista que trabalhava para salvar vidas”, completou o presidente americano.

O refém também havia atuado como soldado no Iraque. Kassig se tornou o quinto refém ocidental assassinado pelo grupo Estado Islâmico nos últimos meses, depois de Sotloff e Folley – ambos jornalistas americanos – e outros dois britânicos.

O crime acontece em um momento em que Washington se prepara para dobrar a quantidade de militares no Iraque, subindo para 3,1 mil soldados, como parte da campanha internacional que lidera contra o grupo Estado Islâmico.
 

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